sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Aliado do deputado Luiz Couto explica porque não deixará o governo Ricardo


Petistas da ala do deputado federal têm sido pressionados para deixarem gestão socialista

 Aliado do deputado federal Luiz Couto e com cargo no Governo do Estado, o diretor de economia e fomento da PBTUR, Francisco Linhares, contou ao MaisPB que não teria motivos para deixar a gestão estadual, conforme tem sido cobrado por lideranças petistas ligadas ao prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo e o presidente estadual da legenda, Rodrigo Soares. Francisco Linhares explicou que o Partido dos Trabalhadores (PT), não pode cobrar a saída de aliados de Couto do governo socialistas porque a sua indicação e de outros colegas petistas não aconteceram por nenhuma indicação da direção do PT. “O PT não indicou ninguém para o Governo. Você não indica, então como é que pode dizer que tem que sair”, afirmou Linhares. O petista disse que, como servidor público federal e concursado da SUDENE, está na gestão a convite do próprio governador e vai continuar a disposição da gestão “enquanto achar que é bom para a Paraíba e também para o Governo Ricado Coutinho".“Não estou descumprindo nenhuma determinação partidária. Não sou indicado pelo PT”. Linhares disse ainda acreditar que os outros petistas que estão no governo, mesmo sendo indicados por Couto, também não devam sair da gestão, pois eles também não tiveram indicação partidária para as pastas. “Não foram indicados  pelo PT e o fato de ser filiado ao um partido não deixam de ter capacidade para exercer uma função publica”, garantiu.

Roberto Targino - MaisPB

Couto e Lenildo se unem contra Charliton em debate



O candidato Charliton Machado, apoiado pelo prefeito de João Pessoa para a presidência estadual do PT, virou o alvo preferencial de seus adversários, Luiz Couto e Lenildo Morais no debate promovido hoje de manhã pelo programa Tambaú Debate da Nova Tambaú FM. Couto e Lenildo evitaram o confronto mútuo e concentraram as baterias no enfrentamento com Charliton. A eleição para a escolha dos dirigentes municipal, estadual e nacional do PT acontece no domingo, 10 de novembro em todo o país. Ao serem questionados sobre uma declaração recente do presidente do PMDB da Paraíba, José Maranhão, cobrando que a executiva nacional peemedebista exija reciprocidade do PT nas eleições estaduais de 2014, os candidatos se dividiram. Luiz Couto afirmou que a cobrança do PMDB era uma "chantagem" e que o partido não poderia se dobrar à vontade de outra sigla, especialmente uma que ameaça a governabilidade da presidente Dilma Rousseff, como na polêmica atual sobre as regras de nomeação para o Banco Central. Já Lenildo Morais considerou "natural" o posicionamento do PMDB. Segundo ele, é normal que um partido use as estratégias que achar adequadas para atrair o apoio de outro. Mesmo assim, disse que cabe ao PT resistir e lançar candidatura própria ao Governo do Estado. Charliton adotou um tom parecido ao de Luiz Couto e rechaçou o pedido de Maranhão, ressaltando que defende uma postura de protagonismo do PT. Na rodada de perguntas entre os candidatos, Charliton quis saber se Luiz Couto retiraria o apoio ao governador Ricardo Coutinho e ouviu do colega a seguinte resposta: "Quando eu for eleito presidente do PT vai realizar plenárias e reunirei a militância para que ela diga que postura quer que o partido adote em 2014. Não sei porque Charlinho fala tanto em Ricardo Coutinho. Parece que ele tem um amor recolhido pelo governador. Eu, ao contrário, defendo prioritariamente a reeleição da companheira Dilma Rousseff para presdiente da República". Na indagação feita a Lenildo Morais, Charliton lembrou a candidatura do petista a prefeito de Patos em 2012 e um slogan adotado por ele no início da campanha que dizia ser a postulação "prego batido e ponta virada", ou imutável. Depois, Lenildo acabou se aliando a Francisca Motta, do PMDB, e figurando como vice na chapa. Charliton questionou se as opiniões do colega poderiam ser confiáveis depois disso. "Eu era candidato, mas atendi a um apelo do partido para firmar uma composição. Acho que Charliton tem uma paixão imensa pelo PSDB porque se eu não tivesse sido um instrumento do PT para viabilizar a eleição de nosso grupo no ano passado, seria um tucano a administrar o município de Patos agora. Em nome do partido, eu recueei", declarou Lenildo, que ainda acusou o professor de ter estado ausente dos eventos petistas por seis anos: "Charliton ficou de lundun por seis anos e sumiu da vida do PT. Voltou agora”. "Talvez o companheiro não tenha se informado sobre minha atuação no partido porque mora lá em Patos e não acompanha de perto a rotina partidária aqui em João Pessoa. Eu estive lutando pela eleição do companheiro Luciano Cartaxo em João Pessoa, onde nenhum dos meus adversários esteve quando o PT precisava de ajuda para efetivar o protagonismo no pleito", retrucou Charliton.

 Fonte: http://www.parlamentopb.com.br

ASSESSORIA DE IMPRENSA DO MOVIMENTO PT/PB01. 11/2013


Lenildo denuncia troca de cargo por apoio a Charliton Machado

O candidato a presidente estadual do PT, na Paraíba, Lenildo Morais já solicitou a direção nacional da legenda que apure os indícios de “negociata”, no afastamento do deputado Anísio Maia do cargo, por três meses, para o campinense Peron Japiassú assumir.  “Existem fortes indícios de que esse afastamento foi em troca de adesão à candidatura de Charliton Machado, que é apoiado pelo prefeito da capital, Luciano Cartaxo, e esse tipo de “rifa” não é permitido pelo PT”, disse Lenildo Morais. O candidato a presidente do PT afirmou ainda que também existem denúncias de que, além dessa “negociata”, há outros benefícios prometidos ao grupo de Peron Japiassú. “Toda essa articulação estaria sendo feita, a partir de João Pessoa onde está o maior apoio à candidatura de Charlinton. E tem mais: as “negociatas” estariam acontecendo não só em Campina Grande, mas em outros municípios”, denunciou Lenildo. O petista lamentou a possibilidade desse tipo de manobra está acontecendo no PT. “Eu sou candidato para assumir a direção do PT e justamente aniquilar todas as possibilidades de ações como esta. Não podemos admitir o uso da máquina pública, nem da influência do dinheiro do contribuinte em troca de cargos e votos”, afirmou Lenildo. Ele disse acreditar que até segunda-feira, a direção nacional do PT irá se manifestar sobre o assunto, que já está sendo investigado, a partir da repercussão negativa que teve nas redes sociais e na mídia paraibana.

Fonte: Assessoria Movimento PT

Educação e as vozes da rua


Neste mês de novembro o Senado deverá aprovar o novo Plano Nacional da Educação (PNE). Não é uma resposta à voz das ruas, é uma colcha de retalhos que responde a grupos de interesse. O futuro governante - se quiser reformar a educação - terá mais um enorme desafio a vencer, considerando que os insatisfeitos hoje apreenderam a protestar com contundência. Já tivemos dois planos de educação aprovados pelo Parlamento, ambos sem eficácia. Este terceiro não promete ser mais bem-sucedido. Mas, diferentemente dos anteriores, ao expandir a agenda de "direitos", pode tomar ainda mais ineficiente algo que já não funciona bem. O novo PNE contém 20 propostas e centenas de indicadores - que correspondem aos desejos das várias corporações que conseguiram emplacar algumas das 2mil sugestões apresentadas no processo de audiências públicas, organizadas no melhor estilo que o governo sabe orquestrar. Algumas medidas são inócuas ou inatingíveis, mas a maioria atende a interesses outros que não os dos alunos e engessa ainda mais o setor. Pinço, para avaliação, qua-trq medidas que podem dar a dimensão do estrago que a aprovação da lei e seu cumprimento poderão causar. A mais grave é a que trata de reservar 10% do produto interno bmto (PIB) para a educação, sem antes cuidar de fazer uso mais eficiente dos recursos hoje despendidos, sem determinar o uso deles e, ainda, sem levar em conta as mudanças demográficas que o País experimenta. Na prática, significará fortalecer o governo central e enfraquecer Estados e municípios. E isso deverá ser aprovado por senadores, que são eleitos para defender a perspectiva do equilíbrio federativo. A segunda mais grave é a que define como "gestão democrática" das escolas o modelo de eleição dos diretores. Ou seja, o governador e o prefeito eleitos democraticamente perdem o direito de contratar os seus funcionários. A democracia representativa vai para o lixo, juntamente com a Federação. Imaginem qualquer organização em que se troca a gestão a cada dois ou três anos. E como ficam os sistemas educativos em que o cargo de diretor é de carreira? Que tal fazermos eleição direta para diretores de hospitais e de presídios? Ocuparão gerentes do Banco do Brasil? Dá para perceber? A terceira é a que estabelece os 8 anos como a idade para alfabetizar as crianças, em total desrespeito às que são condenadas a frequentar a escola pública. Esse assunto nunca deveria ser matéria de lei. É questão a ser resolvido em programas de ensino, tema que as autoridades se recusam a tratar e sobre o qual a maioria dos Estados também se omite. O quarto aspecto é uma mera ilustração de tantas outras crenças não fundamentadas sobre o que melhora a educação: trata-se da exigência de que professores tenham cursos de mestrado e doutorado, apesar da evidência de que isso tende a piorar a qualidade do ensino. Mas, claro, significa mais remuneração, independentemente da competência, que passa a ser avaliada por critérios formais. Nenhum aspecto importante de uma verdadeira reforma educacional está previsto na lei. Mesmo porque não è assim que se fazem reformas em educação, prescrevendo no detalhe, ao melhor estilo das Ordenações Manuelinas, o que deve ser feito nas próximas décadas. A educação brasileira padece de males estruturais. Nao é algo que se mude por pactos costurados de forma açodada. Educação se faz com políticas de longo prazo e consistentes, não com colcha de retalhos. Educação se faz com instituições sólidas, respeito às evidências científicas sobre o que funciona e debate fundamentado, não sob o ruído dos decibéis. Falar em novo "pacto" em educação requer, antes de tudo, rever o pacto federativo nas questões educacionais. Hoje todos podem tudo e o governo federal pode mais do que todos. O Ministério da Educação transformou-se num grande bazar de commodities educacionais que opera no varejo, atendendo diretamente escolas, governos municipais e estaduais e as organizações não governamentais (ONGs) e os movimentos sociais que lhe são fiéis. Um pacto federativo real requer redefinir e restringir ao estritamente necessário e constitucional a ação do governo federal. E, no lugar de pacotes negociados em balcões de troca, usar mecanismos que estimulem Estados e municípios a desen volver propostas diferenciadas, que atendam a critérios rigorosos, como o das evidências e da avaliação de resultados. Sem o basta ao predomínio da ideologia nas decisões não haverá progresso, por mais que o petróleo jorre das reservas do pré-sal. As poucas reformas educativas que deram resultados eficazes, desde a revolução Mciji (no Japão), no final do século 19, têm ingredientes em comum. Um deles é a liderança de um estadista para articular ideias e granjear apoios para as reformas. Outro é o uso de evidências e melhores práticas disponíveis, devidamente adaptadas aos diferentes contextos históricos e culturais. É também preciso paciência para começar do começo e avançar em ordem. Isso significa atrair jovens talentosos para o magistério e oferecer formação teórica adequada aos que irão lecionar e estágios probatórios rigorosos conduzidos por mestres no sentido próprio da palavra. Significa criar instituições e mecanismos sólidos, como um currículo nacional, avaliação e mecanismos de financiamento. E dar condições institucionais para que a escola possa funcionar. Isso é programa para longo prazo. Até o momento assistimos a dois movimentos dos candidatos a presidente da República em 2014. Um quer mais domes-mo. Outro quer melhorar a partir do que está aí. Haverá um terceiro, com visão de estadista, preparado para mudar a realidade atual e colocar o Brasil na trilha de uma educação de qualidade?
Fonte: O Estado de S. Paulo

Radialista dono de site é assassinado com dois tiros no Agreste paraibano


A violência que avança na Paraíba alcançou a imprensa. Por volta das 20h45 desta quinta-feira (31) o radialista Rômulo Laurentino de Sousa, 41 anos, que morava na Rua Olímpio Gomes na cidade de Aroeiras agreste paraibano, foi assassinado a tiros. Segundo relato da polícia militar, o radialista foi assassinado na Rua do Mercado Central em Aroeiras. Quando os policiais chegaram ao local contataram que se tratava de Rômulo Laurentino de Sousa. Ele era radialista e dono do site “aroeirasonline” Laurentino foi assassinado com dois tiros de revólver na cabeça. A polícia ainda não tem pistas dos assassinos. O crime foi cometido por dois homens que se aproximaram do repórter e teriam perguntado como era o nome dele. Após uma rápida conversa, os assassinos puxaram a arma e efetuaram os disparos. Nada foi roubado da vítima. Até agora não se sabe a motivação do crime.

Fonte: PBAgora