segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

PSDB e Globo se unem para esvaziar o trensalão tucano


Por, DAVIS SENA FILHO 28 de Novembro de 2013 às 19:38; Ao invés de Aécio Neves e seus correligionários chamarem a imprensa para dar uma coletiva para acusar o PT, por que não aproveitaram para oferecer ao contribuinte seus sigilos fiscais, bancários e telefônicos? Os caciques do PSDB se reuniram e chamaram a imprensa de mercado para repercutir suas queixas quanto às denúncias sobre corrupção de executivos das multinacionais Siemens e Alstom, além das acusações do Ministério Público Federal da Suíça. O chororô tucano é uma grande pantomima, em público e transmitido pelas televisões, bem como publicado pelos jornais de seus principais aliados, que são os magnatas bilionários e proprietários da imprensa de negócios privados. O que se viu foi um verdadeiro show de manipulações e distorções da verdade e da realidade, de gente quando é pega com as mãos na botija e não tem outra saída, a não ser acusar terceiros, neste caso o Governo trabalhista e popular de estar por trás dos malfeitos tucanos. Tais políticos acusam, de forma cínica e inconsequente, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo de ter montado e se aproveitado de um dossiê para incriminar pessoas honestas, probas, éticas e sérias, a exemplo de Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra, além de outros, que fazem parte da confraria tucana. É sempre assim: tucanos nada assumem; nem para o bem e nem para o mal. São conhecidos também como "murilos", ou seja, aqueles que vivem em cima do muro. Se porventura cometem erros, equívocos e até mesmo crimes, não os assumem. Ao contrário, imputam suas malfeitorias aos adversários, principalmente quando o inimigo ocupa a cadeira da Presidência da República. Tucano não assume nada, mesmo quando controla o poder em âmbito federal, pois se recusa a governar de forma republicana, porque representa a burguesia, trabalha para ela, concede-lhe benefícios e mantém seus privilégios, pois governa para poucos, os ricos, seu público-alvo e essência de sua visão social sectária e míope. As denúncias sobre o propinão tucano de R$ 577 milhões, valores que significam mais de dez mensalões do PT, tornaram-se conhecidas porque autoridades do Ministério Público da Suíça cobraram do MPF em São Paulo respostas quanto aos seus pedidos de investigação, o que não aconteceu. O motivo: o procurador Rodrigo de Grandis, velho conhecido dos políticos tucanos e envolvido no passado em polêmicas em que pessoas do PSDB foram indevidamente protegidas, simplesmente engavetou as solicitações dos suíços e, posteriormente, deu como desculpa esfarrapada ter arquivado os pedidos em uma pasta errada. Durma-se com um barulho desse. Contudo, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, interveio e ordenou que o caso seguisse seus trâmites legais, bem como afastou De Grandis do processo. A "falha" ou o desleixo proposital do procurador causou espanto ao Judiciário da Suíça e ao do Brasil, além de deixar segmentos organizados da sociedade brasileira de queixo caído. Estarrecedoras as condutas do procurador Rodrigo de Grandis, que se aproveitou de sua posição e cargo para abafar supostos crimes cometidos pelos governantes do PSDB de São Paulo no decorrer de duas décadas. Segundo funcionários da Siemens e da Alstom que confessaram seus crimes para terem benefícios da Justiça, o esquema de pagamentos de propinas a quadros ligados ao PSDB tinha a finalidade de favorecer as empresas estrangeiras em licitações. O miliardário propinoduto tucano era uma fonte de recursos ilegais para alimentar a máquina política tucana. O Metrô de São Paulo e a CPTM, duas companhias poderosas, ricas e caixas inesgotáveis de dinheiro público foram dilapidadas pelos políticos e membros do PSDB paulista, o que me leva a afirmar que o "mensalão" do PT, que nunca foi comprovado como rezam os autos dos processos, é uma gota no mar de corrupção tucana. Não esqueçamos, jamais, das privatizações efetivadas pelo neoliberal FHC. E a pantomima, as caras e bocas, os dedos em riste, os cenhos fechados, a falsa comoção e a indignação de atores canastrões em um filme de comédia pastelão não convenceram o público e muito menos o Ministério da Justiça, que rebateu, prontamente, as intenções dos tucanos, à frente o pré-candidato a presidente, Aécio Neves. A intenção é transferir suas responsabilidades e culpabilidades para seus adversários e como sempre aconteceu se livrarem de verdadeiras bombas prestes a explodir em seus colos. Essas estratégias tucanas de tergiversar sobre os fatos e falsear a verdade são recorrentes. Como não assumem nada na vida e se comportam como "coxinhas" mimados que erram sem parar e nunca são corrigidos ou punidos pelos pais, os tucanos, nas esferas políticas e administrativas, acreditam que são inimputáveis, livres para agir da forma que lhes convier sem, no entanto, subjugarem-se às leis do País. Comportam-se como "mauricinhos", verdadeiros "miamiplayboys" que tem o apoio, incondicional, das Organizações(?) Globo e da imprensa de negócios privados em geral, que dão sustentação às suas armações, a exemplo da "coletiva" que os tucanos realizaram para acusar o Governo popular e o ministro da Justiça de usarem dossiês para incriminar os tucanos paulistas que mandam há 20 anos em São Paulo e não pedem licença a ninguém para cometerem seus desmandos administrativos e associações espúrias como as efetivadas com a Siemens e a Alstom. Na edição de hoje o jornal "O Globo" dá a entender que o propinão do PSDB, o trensalão de R$ 577 milhões, resume-se a uma guerra entre petistas e tucanos. Tal jornal, que abandou o jornalismo e passou, juntamente com o STF, a fazer política contra os governantes trabalhistas deve considerar todo mundo ingênuo ou irremediavelmente alienado, É evidente que o ministro da Justiça, depois de receber as denúncias, iria repassar o caso à Polícia Federal, ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e ao Ministério Público Federal. Se a autoridade não o faz, ela prevarica e comete crime de responsabilidade, o que é gravíssimo em um sistema republicano, que tem como pilar o estado democrático de direito. Quem finge não entender essas razões são exatamente quem deveria entendê-las: os políticos tucanos, pois ocupam ou ocuparam cargos administrativos, a exemplo de José Serra, Geraldo Alckmin e Gilberto Kassab (DEM/PSD), e os jornalistas, comentaristas e colunistas da imprensa corporativa, afinal esses órgãos comerciais e privados estão repletos de "especialistas". De prateleiras, mas especialistas. A verdade é que a "coletiva" dada pelos tucanos apenas foi uma tentativa de desviar o foco das atenções e fazer com que o governo petista seja responsabilizado pelos supostos crimes do PSDB enquanto partido que administra o Estado de São Paulo. Seria cômico se não fosse trágico. A imprensa alienígena e de passado e presente golpista mais uma vez se coloca à disposição para levar confusão à sociedade brasileira. Mas não vai colar. Os supostos crimes perpetrados pela Siemens e Alstom têm autoria, pessoas envolvidas, denúncias e investigações no Brasil e no exterior, com direito à delação premiada por parte de funcionários estrangeiros. Somente a imprensa, o PSDB e o procurador Rodrigo de Grandis não enxergam o que é visível e por isso tentam justificar o injustificável. O que esses grupos esperavam? Que a administração do prefeito Fernando Haddad se calasse e se tornasse cúmplice de supostos crimes de R$ 577 milhões? Valores investigados até o momento, porque o rombo pode ser muito maior, afinal são quase duas décadas de administrações tucanas, que em âmbito federal venderam o Brasil na década de 1990. O dinheiro arrecadado não foi investido na infraestrutura do País ou em saúde e educação, mas até hoje os tucanos se exibem e deitam falação sobre seus feitos, como se eles fossem dignos de admiração ou aplausos. Vendaram o Brasil. O submeteram ao FMI três vezes, porque o País quebrou três vezes e os tucanos e a imprensa de mercado ainda cantam loas e boas sobre as privatizações, uma verdadeira pirataria ao patrimônio nacional, e à falta de perspectiva de melhorar de vida por parte do povo brasileiro. O Globo apostou hoje em dossiês e coisa e tal. Pura armação para confundir a sociedade e manipular a verdade. Os crimes, se aconteceram, tem a digital tucana e a cumplicidade dos magnatas bilionários da imprensa hegemônica de caráter imperialista. Então vamos à pergunta que teima em não se calar para sabermos se os políticos do PSDB estão a ser sinceros: Por que ao invés de Aécio Neves e seus correligionários chamarem a imprensa para dar uma coletiva para acusar o PT do que o partido não fez, por que eles não aproveitaram a oportunidade para oferecerem ao contribuinte seus sigilos fiscais, bancários e telefônicos? Os cidadãos brasileiros e principalmente os paulistas agradeceriam pelo espírito público dos tucanos. Todavia, nenhum deles apresentou qualquer intenção de abrir seus sigilos. Os tucanos realmente consideram que seus atos e ações são realmente inimputáveis e, por sua vez, inventam, sistematicamente, a criação de dossiês para acobertar seus supostos crimes. É sempre assim que eles agem, pois essa estratégia já ocorreu em inúmeros episódios do passado. No final, tucano que comete crime vira vítima e os órgãos de controle e fiscalização que investigam são condenados pela imprensa empresarial como orquestradores de planos para incriminar os homens e mulheres honestos, éticos e republicanos do PSDB. Mas dessa vez não vai colar. É isso aí.

Fonte: http://www.brasil247.com

domingo, 1 de dezembro de 2013

Ministro da Justiça: estou sendo criticado por cumprir a lei



O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse hoje (28) que está sendo criticado por ter cumprido a lei ao entregar à Polícia Federal (PF) documentos que acusam políticos paulistas de participação em cartel formado para fraudar licitações no metrô e trens de São Paulo. Na Quarta-feira (27), o PSDB ingressou com representação contra o ministro na Comissão de Ética Pública. O partido acusa Cardozo de ter usado informações falsas para incriminar adversários do governo e do PT. “Estou sendo acusado de cumprir a lei”, declarou o ministro, no encerramento da cerimônia de entrega do Prêmio Innovare, que prestigia as iniciativas de tribunais, juízes, advogados, defensores públicos e promotores que contribuem para o aperfeiçoamento do sistema judiciário. Para Cardozo, a entrega dos documentos à PF era um “dever legal” que ele não poderia deixar de cumprir, após ter recebido as denúncias. “A PF é subordinada ao ministério e, evidentemente, eu devo cumprir a lei, que diz que as denúncias que o ministro recebe devem ser mandadas para a Polícia Federal”. Cardozo disse que a polêmica desvia o foco do assunto principal. “Acho que há uma tentativa muito clara de evitar uma apuração imparcial e séria [das denúncias]. Há pessoas que, por alguma razão que desconheço, estão tentando criar um tumulto, uma situação na qual quem cumpre a lei é acusado. [Isso serve] para tirar o foco de uma investigação correta. Se alguém pensa que vai intimidar o Ministério da Justiça, a Polícia Federal e o Cade estão enganados”, argumentou. O ministro ainda disse ter pedido "uma investigação sobre fatos que já são investigados desde 2008" e pelos quais pessoas envolvidas já foram punidas em outros países. "O Brasil ainda caminha lentamente nessa investigação", explicou. Ele também rebateu as críticas de que demorou a confirmar ter encaminhado à PF os documentos que lhe foram entregues pelo deputado federal licenciado Simão Pedro (PT). “Não houve demora. Foi apenas um dia. A matéria de O Estado de S.Paulo saiu na quinta-feira (21), dizendo que o Cade havia encaminhado o material. Achei isso estranho, já que eu tinha entregado o material, mas era possível que o Cade também tivesse recebido [cópia] e a encaminhado. Na quinta-feira à tarde, o superintendente do Cade, Vinicius, [o presidente do Cade, Vinicius Carvalho] me procurou e disse que não sabia do que se tratava. Liguei para o diretor-geral da PF e na sexta-feira eu fui informado de que o inquérito estava [tramitando] em São Paulo. No mesmo dia soltei a nota”, relatou.

Fonte: Agência Brasil

Tem feira com produtos sem agrotóxicos, terça-feira, no centro de João Pessoa


A produção agrícola de trinta famílias de oito assentamentos da reforma agrária e de dois acampamentos situados no Agreste, no Vale do Mamanguape e no Litoral Sul da Paraíba, estará à disposição da população, no Ponto de Cem Réis, em João Pessoa terça-feira (3), das 15h às 19h, na II edição da Feira Agroecológica da Reforma Agrária. Entre os produtos que serão comercializados estão feijão, milho verde, tomate, pimentão, batata-doce, coentro, alface, cenoura, repolho, macaxeira, inhame, mamão, manga, tapioca, bolo, doces da fruta, beiju, canjica, mungunzá, galinha de capoeira, ovos e sucos, guaiamum (uma espécie de caranguejo), além de mel e peças de artesanato. A feira, realizada toda primeira terça-feira no do mês, é promovida pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), Mandato do Deputado Estadual Frei Anastácio (PT), com apoio da Superintendência do Incra na Paraíba (Incra-PB) e da Prefeitura Municipal de João Pessoa. Segundo o deputado estadual Frei Anastácio (PT), na primeira edição a feira, realizada no dia 5 do mês de novembro, os agricultores encerraram as atividade uma hora mais cedo. “A feira fez tanto sucesso que os assentados venderam toda produção, oito toneladas de alimentos, até às 18 horas, uma hora antes do previsto. Na verdade, em minha opinião, essa feira é um presente para a população de João Pessoa, que circula pelo centro da cidade e muitas vezes não tem tempo de fazer comoras de produtos saudáveis como os que estão sendo vendidos”, disse o deputado. A feira é abastecida pelos assentamentos Novo Salvador (Jacaraú), Jardim (Curral de Cima), Boa Esperança (Jacaraú), Dona Helena (Cruz do Espírito Santo), Vida Nova (Sapé), Capim de Cheiro (Caaporã), Dona Antônia (Conde) e Apasa (Pitimbu); além dos acampamentos Marinas do Abiaí (Pitimbu) e Ponta de Gramame (João Pessoa). A produção dos agricultores assentados é acompanhada por entidades prestadoras de Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (Ates) contratadas pelo Incra-PB.  Feiras Agroecológicas na Capital: Essa já é a quarta feira agroecológica de caráter permanente realizada por assentados da reforma agrária em João Pessoa. Atualmente, é realizada uma feira, todas as sextas-feiras, no Campus I da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); uma feira no Bairro do Bessa, nas proximidades do Clube dos Médicos, aos sábados; e outra no pátio do Departamento Nacional de Obras Contra As Secas (Dnocs), no Bairro dos Estados, também aos sábados. Todas essas feiras têm início às cinco horas da manhã.

Audiência na Câmara dos Deputados debateu Plano Juventude Viva


A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados promoveu uma audiência pública na quinta-feira (28/11) para analisar as diretrizes de implementação do Plano Juventude Viva – Plano de Prevenção à Violência contra a Juventude Negra. O debate foi solicitado pelos deputados Amauri Teixeira (PT-BA), Delegado Protógenes (PCdoB-SP) e Erika Kokay (PT-DF). Durante a audiência, a coordenadora do Plano Juventude Viva pela Secretaria Nacional de Juventude, Fernanda Papa, lembrou que os homicídios são a principal causa de morte de jovens de 15 a 29 anos no Brasil, especialmente dos negros do sexo masculino. Segundo ela, dois jovens negros são assassinados por hora no Brasil. “Nossa tarefa primordial, no Plano Juventude Viva, não é reduzir homicídios. Não seria correto dizer que o Juventude Viva vá reduzir já homicídios, mas é uma forma de reduzir vulnerabilidade dos jovens negros”, destacou Fernanda Papa. A representante da Secretaria Nacional de Juventude informou que o Plano Juventude Viva, desenhado em 2011, articula 40 programas nas mais diversas áreas de governo. Atualmente, 142 municípios estão indicados como prioritários no Plano, com possibilidade de receber pontuação maior nos editais para distribuição de recursos. Mas outros 100 municípios, segundo Fernanda Papa, já demonstraram interesse em entrar no plano. O Plano começou a ser implantado em Alagoas, onde os índices de homicídio da capital, Maceió, superam os nacionais. Enquanto, no País, há uma média de 27 mortes/100 mil habitantes; em Maceió, são 110 mortes/100 mil habitantes. No estado, seis municípios fazem parte do plano. O Juventude Viva já chegou também a Paraíba, Distrito Federal, São Paulo e, mais recentemente, Bahia, totalizando cerca de 40 municípios. Mortes por armas de fogo - No Brasil, 38.892 pessoas, aproximadamente, morreram por armas de fogo em 2010. O índice supera taxas verificadas nos dois anos anteriores em países onde há conflitos separatistas, como Etiópia, Rússia e Chechênia, onde a média de mortes foi de 50 mil. As informações foram destacadas durante a audiência pela coordenadora-geral de Prevenção da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Beatriz Cruz. Segundo Beatriz Cruz, a maior parte das mortes violentas atinge jovens negros no Brasil. O problema exige, de acordo com ela, respostas complexas e integradas entre os diferentes órgãos nas esferas federal e estaduais. Nessa linha, a técnica citou o Plano Juventude Viva como exemplo. “Precisamos superar o falso paradigma da repressão como único meio para prevenção da criminalidade”, afirmou. Fim dos autos de resistência  - A aprovação do projeto de lei que determina o fim dos autos de resistência (PL 4471/12) é fundamental como instrumento de superação do racismo institucional no País. A avaliação é do secretário-executivo da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Giovanni Harvey. “Os autos de resistência se transformaram em instrumento de impunidade. O sentimento de impunidade que esses instrumentos de autos de resistência criaram entre os agentes de polícias – não todos – é algo que precisa ser evitado”, concluiu Harvey. A exemplo dos representantes do governo na audiência, o rapper Gog também  defendeu a aprovação do projeto que determina o fim dos autos de resistência (PL 4471/12). Mas Gog disse que é preciso também cobrar o cumprimento das leis existentes, como a que obriga o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas (Lei 10.639/03), em vigor há dez anos, mas ainda não implementada a contento, segundo o músico. Pelo auto de resistência, a morte de um suspeito é justificada pela sua resistência ao ser preso. A proposta, que está pronta para ser votada em Plenário, determina a investigação das mortes envolvendo agentes do Estado. Para o debate foram convidados a coordenadora do Juventude Viva pela Secretaria Nacional de Juventude, Fernanda Papa; a coordenadora-geral de Prevenção da Secretaria Nacional de Segurança Pública, representando o Ministério da Justiça; Beatriz Cruz; o secretário-executivo da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Giovanni Harvey; o secretário especial da Promoção da Igualdade Racial do Distrito Federal, Viridiano Custódio de Brito; o representante da Central Única das Favelas Preto Zezé; e o rapper e escritor Genival Oliveira Gonçalves.

Fonte: Com informações da Agência Câmara