sábado, 2 de agosto de 2014

Moradores de Mangabeira tomam Josefa Taveira durante caminhada de Lucélio e Ricardo

Quem mais uma vez saiu às ruas para declarar apoio à Lucélio Cartaxo (PT) para o Senado e Ricardo Coutinho (PSB) para governador foram os moradores do bairro de Mangabeira.

Na manhã desse sábado (02), ao lado de militantes, vereadores, candidatos a deputado e pessoenses de vários bairros da Capital, os mangabeirenses deixaram a concentração (no início da Josefa Taveira) empurrados pelo petista e o socialista em direção ao Mercado Público.

Durante o percurso, o número de caminhantes foi aumentando, embalados pelos jingles de campanha da coligação A Força do Trabalho. O ato se tornou ainda mais festivo quando o som do trio se confundiu com o buzinaço vindo das motos e dos carros que passavam pela avenida. No mesmo clima, clientes e vendedores das lojas saíam às calçadas para acenar para o grupo.

Chamou especial atenção a forma inusitada com que alguns lojistas do ramo de vestuário encontraram para demonstrar seu apoio: pegavam roupas de seus mostruários nas cores laranja e vermelha e acenavam como se fossem bandeiras.

“Mangabeira tem muito a agradecer a Ricardo e Luciano Cartaxo pelo que fizeram e ainda fazem por João Pessoa. Só que eles precisam de alguém que ajude a trazer mais desenvolvimento pra cá e quem vai fazerisso é Lucélio”, declarou a cabeleireira Ana Francisca, que esperava o ônibus quando a caminhada passou pela avenida principal do bairro.

Apesar do percurso escolhido ter como fim o mercado público, a caminhada avançou em festa e seguiu pela avenida paralela, conhecida como “ a Avenida da Praça do Coqueiral”. Por ela os candidatos a senador e governador tiveram mais uma oportunidade de ter contato com moradores e comerciantes.

Quem não escondia sua alegria com o tamanho da manifestação de apoio foi o candidato a senador petista. Para Lucélio, está cada dia mais claro o quanto a Paraíba está disposta a ver acontecer um projeto novo no Senado Federal, onde a participação popular seja a tônica da atuação de seu representante.

“O que ouço nas ruas durante nossa peregrinação pela Paraíba tem sempre o mesmo tom: o sentimento que o Estado precisa de uma nova voz no Senado, com um pensamento diferente; com atitudes diferentes. Essa é a nossa maior característica”, afirmou Lucélio. (Assessoria)

Fonte: http://www.pbagora.com.br/

Governador em exercício inspeciona obras do Estado em Campina Grande

O governador em exercício Romero Marcelo da Fonseca Oliveira inspecionou, nessa sexta-feira (1º), as obras do condomínio Cidade Madura, no bairro do Ligeiro, e a construção do Centro de Formação de Educadores, no bairro das Malvinas, em Campina Grande.

O condomínio Cidade Madura é um projeto modelo no país. A primeira unidade foi inaugurada no conjunto Mangabeira, em João Pessoa. As obras da terceira etapa foram iniciadas em Cajazeiras. Cada uma tem investimento de R$ 3,8 milhões, com 40 casas para idosos. “São unidades habitacionais para abrigar idosos, que oferecem assistência à saúde e recreação”, comentou o governador em exercício. Ele inspecionou as obras na companhia da presidente da Cehap, Emília Correia Lima.

Centro de Formação de Educadores - No Centro de Formação de Educadores em construção, nas Malvinas, os investimentos do Governo do Estado somam R$ 7,5 milhões.  O equipamento terá auditório, ginásio poliesportivo, salas de aula, laboratórios, vestiário, entre outros ambientes. Ainda nessa sexta-feira, em Campina Grande, o governador Romero Marcelo também visitou o Fórum Afonso Campos.

DOIS PALANQUES EM AROEIRAS PARA CÁSSIO ( O GRUPO DE CHICÃO E O GRUPO DE GILBERTO BEZERRA!

Tudo em excesso é ruim. Segundo Nelson Rodrigues com o tema Dedicatória. Toda unanimidade é burra. E essa expressão tem ecoado muito forte em nossos ouvidos durante os últimos dias, como se o anormal fosse considerado normal.

Fazendo referência a política brasileira até nos esforçamos em tentar entender a complexidade da postura de determinadas alianças que são costuradas nestas eleições. Infelizmente em várias cidades de portes pequenos, espalhada Paraíba a dentro.

Não faço menção, nem muito menos consideramos absurdo o apoio do grupo do PSDB, em Aroeiras, ao candidato a governador da mesma sigla. Isso se apouco menos de 30 dias parte desse grupo, não tivesse prestado compromisso em público de apoio político a candidatura a reeleição do atual Governo Estadual, Ricardo Coutinho, do PSB.

Afirmar que esse emaranhado todo é sinônimo de democracia é jogar no lixo o legado construído desde a Grécia Antiga Clássica aos dias atuais, com seu significado de povo no poder, onde o governo era realmente exercido pelo povo.

Escolher nossos representantes igualmente elegíveis, é hoje a grande missão de cada cidadão(ã) eleitor(a)   tornando-se a grande via cruz de convencimento por parte desse elegíveis para levar até as urnas o eleitor.
Viva a democracia no Brasil!... 

"Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias. Essa máquina é a da escola pública". Anísio Teixeira; (Caio e Tiago Simplício)

Fonte: Blog Aroeiras Hoje

Legado de dom Tomás e Plínio na luta pela Reforma Agrária

Repasso história e memória de duas figuras que ajudaram ao Brasil ser mais justo e solidário Roberto Saraiva, Por Jaime C. Patias  

O legado de dom Tomás Balduíno (1922-2014) e Plínio de Arruda Sampaio (1930-2014) na luta pela Reforma Agrária no Brasil é fermento do Evangelho para uma nova sociedade. A trajetória dessas duas lideranças foi tema de uma Roda de Conversa realizada na noite da última sexta-feira, 25 de julho em Brasília (DF).

O encontro nascido do diálogo entre a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP) e a Associação Brasileira de Reforma Agrária (ABRA), reuniu representantes de diversas organizações na sede da CNBB. Coube ao professor Sérgio Coutinho, historiador e assessor da Comissão para o Laicato, setor CEBs da CNBB, recuperar a influência de pensadores católicos humanistas como Jacques Maritain, Emmanuel Mounier e padre Louis-Joseph Lebret, na trajetória de dom Tomás e Plínio.

 Coutinho explicou que Maritain representa o início de um novo projeto na relação entre Igreja e sociedade - Igreja e história. “Ele desenvolve uma Filosofia da História e com isso, uma compreensão do conceito de democracia. Esses conceitos vão alimentar a juventude dos anos 40 e 50 do século passado, geração de Plínio e dom Tomás”.

Segundo Coutinho, “Maritain desenvolve o conceito de democracia atrelado a uma noção de Filosofia da História, através do que ele chama de nova cristandade, um novo modo da Igreja se relacionar com a sociedade e com a história.

 “Diferentemente da cristandade Medieval, o projeto de Maritain propõe uma autonomia do temporal em relação ao espiritual”. Professor Coutinho comenta que “a nova cristandade seria personalista e comunitária. Nessa sociedade, os cristãos viveriam os valores evangélicos sempre em diálogo com o mundo e centrado no respeito para com a pessoa humana e a liberdade, na justiça e nas relações interpessoais”.

Essa nova visão traria consequências no campo econômico, religioso e político. “De certa forma, o personalismo de Jacques Maritain estaria em oposição ao liberalismo individualista, e o comunitarismo em oposição ao totalitarismo de Estado. Daí o foco em uma sociedade centrada na pessoa humana e em relações interpessoais justas. Uma democracia no sentido ético e afetivo, ligada à ideia da dignidade da pessoa”, conclui Sério Coutinho. Questão Agrária Brasileira.

O economista e pesquisador Guilherme Costa Delgado, consultor da CBJP, destaca a importância de fazer memória para trazer a experiência de dom Tomás e Plínio, e continuar os compromissos éticos, políticos e religiosos. Para Delgado, o caráter político como proposta de mudanças na questão agrária brasileira acontece com Plínio nos anos 1950 – 1960.

Embora sendo um deputado jovem, em função de sua notoriedade nos debates da questão agrária e no engajamento de setores católicos junto aos comunistas, Plínio foi cassado pelo regime militar. Em 1964, foi viver exilado no Chile, onde atuou como técnico da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), trabalhando na reforma agrária em diversos países da região. Em 1971, foi transferido pela FAO para os Estados Unidos.

Guilherme Delgado recorda que na volta do exílio em 1976, Plínio joga um papel preponderante na retomada dos debates sobre a questão agrária que desemboca na Constituinte de 1988. “Na Constituinte o regime fundiário muda.

Fomos derrotados no limite da propriedade, pois o conceito de latifúndio não foi incorporado no texto. Mas todos os outros itens sobre a função social da propriedade foram incluídos. Contudo, “a emergência da economia do agronegócio impediu a sua regulamentação”.

Delgado avalia que é nesse contexto que se situa a questão agrária atual. “Embora um pouco céticos das instituições, Plínio e dom Tomás faleceram preocupados com a questão”. Na visão de Delgado, o documento “A Questão Agrária Brasileira no século XXI” aprovado pelos bispos no dia 7 de maio deste ano, na 52ª Assembleia Geral da CNBB, “resgata o princípio da função social e ambiental da terra como norma civilizada do uso da terra. Acontece que esse princípio é incabível na regra do mercado”, complementa. Radicalidade evangélica

Frei José Fernandes Alves, dominicano da comunidade religiosa onde dom Tomás viveu como bispo emérito em Goiânia; revela detalhes da convivência que teve com ele, em especial nos últimos 12 anos. “Ele entendia a comunidade como espaço para se regenerar e se lançar na missão”, recorda o frei que também ressalta o lado humano do bispo. “Sentia muita dor e partiu consciente, bem humorado e muito rebelde”.

A sua Páscoa coincidiu com a 52ª Assembleia Geral da CNBB em Aparecida (SP) que discutia o documento “A Questão Agrária Brasileira no século XXI”. Dom Tomás queria participar, pois tinha uma contribuição para dar ao texto em estudo havia cinco anos. Insistia para que lhe trouxessem um computador a fim de anotar o seu recado.

Um dia, vendo que frei José não lhe obedecia, virou-se para o Valdir do MST e disse. “O Zé é religioso e eu tenho que obedecê-lo, você é leigo, portanto, você me obedece”. Dom Tomás faleceu no dia 2 de maio de 2014, aos 91 anos. O documento foi finalmente aprovado no dia 7 de maio.

De acordo com frei José Fernandes, para entender a vida de dom Tomás é preciso situá-lo em algumas chaves com destaque para o humano. “Ele foi o homem da radicalidade evangélica, exigente consigo mesmo, observante de uma disciplina rígida e exigente nas observâncias das regras da Vida Religiosa comunitária”. Nele sobressai “o humano com detalhes, o homem do macro e do micro (pensava nas grandes questões e cuidava da horta no convento) e o homem da clareza e determinação”.

Quanto ao Plínio, o frei recorda que ele defendia a seguinte tese: “O cristão que não tem a dimensão política não é cristão completo”. Os dois homenageados entenderam com muita clareza esse princípio. Homem da prática e do pé no chão

O pernambucano da coordenação nacional do MST, Alexandre Conceição, trouxe exemplos de dom Tomás como “o homem da prática e do pé no chão”. Ele lembra que, em 2005, um grupo do MST entrou na Usina de cana Maravilha, em Mata Norte (PE). Na ocasião, eles 

Encontraram muitas armas e instrumentos de tortura. Isso gerou grande indignação. “Uma senhora que há 30 anos procurava um irmão que havia ido à Usina para receber o salário e nunca mais havia voltado, encontrou fotos dele amarrado e assassinado. O povo exaltado ateou fogo na casa e alguns quebraram uma imagem de Nossa Senhora.

O fato de quebrar a Santa causou uma reação contrária. Recorremos a dom Tomás. Ele foi para Recife onde realizamos uma caminhada. Dizia que a Santa quebrada não era tão importante, importante era a vida humana. Para nosso alívio, “com isso ele reverteu àquela situação”.

Dom Tomás e Plínio trazem “a centralidade da terra como centralidade do humano e distinguem a economia do agronegócio da economia do humano. A economia do agronegócio é a economia da guerra, do ódio”, defende Alexandre.

“Eles estariam muito tristes hoje por causa dos ataques de Israel à Palestina. E o Estado brasileiro, ajuda a financiar aquele massacre, porque nós somos um dos maiores compradores de veneno do agronegócio de Israel. É preciso denunciar isso também”, argumenta Alexandre.

Representando a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Ivaneck Perez Alves ressalta uma qualidade que Plínio e dom Tomás sempre tiveram. “A capacidade de discordar, discutir com lealdade e com a compreensão maior de que, muitas vezes, podemos discordar em uma estratégia, sem afetar a luta maior.

 O momento em que atravessamos, essa é uma questão central. Aprender a construir mesmo com as diferenças. Por isso “eles vão fazer muita falta”, lamenta. Ivaneck Alves sublinha também a fidelidade dos homenageados. “A luta que se perde é aquela da qual se desiste e é muito bom termos dois companheiros que até o último momento nunca desistiram. Eles são dois grandes vencedores e temos a Ivaneck Alves sublinha também a fidelidade dos homenageados.

“A luta que se perde é aquela da qual se desiste e é muito bom termos dois companheiros que até o último momento nunca desistiram. Eles são dois grandes vencedores e temos a Para Juçara Martins Ramos, integrante do Movimento de Mulheres Camponesas e da Via Campesina, Plínio e dom Tomás sempre foram presenças significativas. “Nunca diziam não aos nossos convites, não importava se iam falar para meia dúzia de pessoas, cem ou mil”, recorda a servidora do INCRA.

O representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Gilberto Vieira, reforça “o exercício de fazer memória para que ela continue nos lançando na luta”. Plínio representa “aquele cristão que dá o passo no engajamento da sociedade movido pela esperança de que é possível fazer a transformação. De dom Tomás a gente aprende a prática para que as coisas aconteçam naquele momento histórico”, afirma.

Na opinião da secretária executiva do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), pastora Romi Becker, “o que fica em ambos, como referência é a capacidade de profecia tanto para dentro quanto para fora das igrejas”.

Nesse sentido, o secretário executivo da CBJP, Pedro Gontijo, que coordenou o encontro lança um olhar para o futuro: “Todos estamos numa busca de renovar nossos sinais de esperanças e nisso nos guiamos pela mensagem evangélica, mas também pela forma como esta mensagem é atualizada em cada momento da história.

Dom Tomás e Plínio são duas figuras extremamente caras na luta por um mundo melhor. “Quisemos fazer memória não para ficar relembrando apenas, mas para alimentar a caminhada das nossas organizações e de tantas outras”, enfatiza o coordenador.

Fonte: Comissão Brasileira Justiça e Paz – CBJP, Organismo da CNBB

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Fórum Microrregional da Ibiapaba avalia os impactos dos grandes projetos que chegam à região

Karol Dias - comunicadora popular da ASA; Granja | CE; 01/08/2014; Direito à terra, enfrentamento e resistência aos grandes negócios foram debatidos em encontro | Foto: Karol Dias/Arquivo Espaf

O município de Granja/CE acolheu o Fórum Microrregional de Convivência com o Semiárido (FMCSA) no último dia 29, em um encontro que discutiu os impactos dos grandes projetos na vida da população. O painel de discussões fez uma leitura desse modelo de desenvolvimento que se baseia apenas no lucro e desrespeita totalmente os direitos humanos.

No início, houve o lançamento do boletim O Candeeiro com o título “A terra como um direito” que trata de um conflito agrário acontecido na comunidade Lagoa do Américo em Carnaubal/CE, desde setembro de 2013, com direito à demolição de seis casas residenciais e uma casa de farinha, ocasionado pelo interesse em instalar torres de energia eólica no local. 

Logo após, Maria Reis e João Batista que integram a Associação Comunitária dos Moradores de Tatajuba (ACOMOTA), falaram do enfrentamento e resistência ao avanço de grandes empresas sobre seu território, no litoral de Camocim/CE. 

Citaram problemas como a grilagem de terras, os grandes empreendimentos turísticos e imobiliários, a construção de parques de energia eólica, os projetos de carcinicultura e as graves consequências que acarretam pelo massacre, expulsão, agressão física e assassinato de pessoas, o envenenamento no uso de produtos químicos em camarões de cativeiro, a exploração das riquezas naturais e destruição da biodiversidade. 

O turismo comunitário é uma das alternativas que desenvolvem para fortalecer sua luta, com apoio do Instituto Terramar.

André Wilson e Angelaine Alves, da Escola de Formação Política e Cidadania (ESPAF), fizeram uma reflexão sobre os prejuízos ambientais e sociais ocasionados pela implantação de parques eólicos na Serra da Ibiapaba que vem expropriando famílias, demolindo casas, expulsando animais selvagens, interferindo no fluxo dos lençóis freáticos, entre muitos outros.

O assentado Raimundo Paulo, também participou contando a história de luta pela terra e desapropriação da área hoje conhecida como Jabuti, em Granja/CE. Segundo ele, a partir de um curso de Gerenciamento de Recursos Hídricos (GRH) em 2005.

Através do Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), teve início a tomada de consciência e a organização pela defesa do direito à terra onde já moravam. A posse veio em 2010, sob ameaças de morte, pressão psicológica e corrupção de lideranças. Esse é também um desafio a ser enfrentado.

A plenária refletiu sobre as questões apresentadas e propôs encaminhamentos para fortalecer a articulação e resistência frente às investidas do capital devastando territórios e a vida da população. O primeiro passo será realizar intercâmbios entre as comunidades impactadas pelos grandes projetos, a fim de partilhar experiências e trabalhar a conscientização das pessoas.

O momento foi ainda de planejamento do próximo encontro com a temática que será discutida, de socialização da experiência da Bodega do Povo como espaço de comercialização de produtos orgânicos em Viçosa do Ceará, de lançamento do boletim O Candeeiro com o tema: “Mandala: A ciranda do saber animando a prática do bem viver” e do banner “EFA Ibiapaba revolucionando a educação do campo”. 

No encerramento do encontro, um abraço coletivo e o refrão “eu acredito que o mundo será melhor, quando o menor que padece acreditar no menor”, reafirmaram o compromisso com a causa e com a unidade que é preciso ter enquanto Fórum.

Fonte: http://www.asabrasil.org.br/

Após 1º debate na TV, candidatos ao Governo da Paraíba focam na panfletagem; veja agenda

Os candidatos ao Governo da Paraíba terão uma programação em comum no dia depois que marcou o primeiro debate da TV. Todos têm panfletagem como uma das atividades desta sexta-feira (01). Os candidatos querem sentir o sentimento das ruas e analisar como se saíram.

Veja abaixo a agenda dos candidatos ao governo da Paraíba desta sexta-feira (1º), listados em ordem alfabética. Antônio Radical (PSTU) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha Noite: Visita a casa de eleitores

Cássio Cunha Lima (PSDB) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha; Noite: Visita a casa de eleitores

Major Fábio (PROS) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha; Noite: Visita a casa de eleitores

Ricardo Coutinho (PSB) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha; Noite: Visita a casa de eleitores

Tárcio Teixeira (PSOL) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha; Noite: Visita a casa de eleitores

Vital do Rêgo (PMDB) Manhã: Panfletagem em frente ao restaurante popular em Bayeux e conversa com os eleitores sobre repercussão do debate; Tarde: Avaliação do debate com a coordenação de campanha; Noite: Visita a casa de eleitores; (Redação)

Fonte: http://www.pbagora.com.br/

Dilma sanciona lei que cria regras para convênios com ONGs

O projeto de lei que cria um novo marco regulatório para as organizações não governamentais (ONGs) foi sancionado nesta sexta-feira (31) pela presidenta Dilma Rousseff.

A lei estabelece normas para as parcerias voluntárias da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios com as organizações e estabelece regras para evitar o favorecimento de grupos específicos e a escolha de entidades sem preparo técnico ou estrutura para o cumprimento dos projetos.
Pela proposta, as ONGs terão que participar de processo seletivo (chamada pública) inscrevendo seus projetos para serem selecionados, pondo fim a uma das principais polêmicas referentes às parcerias, a forma de seleção. Terão ainda que cumprir uma série de requisitos para fazer parcerias com os governos. 

Entre as exigências para firmar os contratos estão: existir há, no mínimo, três anos; ter experiência prévia na realização do objeto do convênio; e ter capacidade técnica e operacional para desenvolver as atividades propostas.

A presidenta Dilma Rousseff disse que a democracia se fortalece quando se abre para a participação social e destacou que a criação de regras claras vai permitir o reconhecimento por parte do Estado da relevância e importância dessas instituições.

“A legislação cria um ambiente muito mais adequado para a atuação das organizações da sociedade civil e reconhece nelas parceiras fundamentais do Estado na implementação de políticas em favor dos nossos cidadãos”.

A presidenta destacou que as regras mais transparentes fortalecem o reconhecimento das organizações e irá evitar que os erros de poucos contaminem o trabalho de milhares.

“A aprovação dessa lei representa, sem dúvida, ganho para todos nós, garante alicerces muito mais fortes para a atuação conjunta e complementar do Estado e da sociedade civil para a superação das nossas carências e garantia de direitos a oportunidades”, completou Dilma.

O novo texto traz também a exigência da ficha limpa tanto para as organizações quanto para os seus dirigentes. Passa a ser lei nacional a determinação de que as organizações e os dirigentes que tenham praticados crimes e outros atos de violação aos princípios e diretrizes ficam impedidos de celebrar novas parcerias. A medida vinha sendo aplicada nas parcerias firmadas pelo Poder Executivo Federal desde 2011.

Além disso, a norma prevê regras mais rígidas no planejamento prévio dos órgãos públicos, no monitoramento e na avaliação, e um sistema de prestação de contas diferenciado por volume de recursos.

A diretora executiva da Associação Brasileira das Organizações Não Governamentais (Abong), Vera Marzagão, disse que a sanção da lei abre as portas para a regulamentação das ações. “Este é apenas o ponto de partida de um trabalho árduo que é a regulamentação que não vai ser apenas no nível da União. Vai dar muito trabalho assessorar e criar as condições para que todos os municípios possam implementar essas ações”.

Segundo a representante da Abong, o marco ajudará na constituição de um Estado mais forte e com capacidade de implementar políticas públicas, “com diálogo permanente com a sociedade e suas organizações”.

O texto é resultado de inúmeras rodadas de consultas e debates públicos com a participação de representantes das organizações da sociedade civil, de parlamentares e da Plataforma por um Novo Marco Regulatório para as Organizações da Sociedade Civil, aliança que reúne organizações.

Fonte: Agência Brasil