sábado, 25 de abril de 2015

A Jornalista da EXTREMA direita! Rachel Sheherazade tem dia de fúria no SBT após levar bronca

(24), depois de receber uma bronca por ter feito uma careta durante a exibição do "SBT Brasil" de quinta.

Na noite anterior, o telejornal exibiu uma matéria feita pela repórter Simone Queiroz, que retrava os bailes funks.

Um trabalho, como de costume, muito bem finalizado por esta experiente jornalista. Até aí, tudo normal. O problema aconteceu exatamente quando voltou para o estúdio e Rachel, numa forma de reprovação, reagiu com uma careta.

O fato fez por merecer uma tomada de posição da direção de jornalismo, que convocou a apresentadora para uma conversa no começo da tarde desta sexta-feira.

Imediatamente após ser chamada atenção, ao sair da sala, Rachel falou, a quem quisesse ouvir, em alto e bom som: "Então vocês vão censurar a minha expressão facial também? Já sei com quem tenho que falar!".

Rachel Sheherazade tem problemas com perfis falsos nas redes sociais; Os perfis falsos nas redes sociais, em especial no Facebook, voltaram a dar dor de cabeça a Rachel Sheherazade. (Rachel tem perfis falsos na web)

Principalmente porque alguns desavisados pegam coisas dali e publicam sem fazer nenhuma checagem, sempre causando inevitáveis aborrecimentos. (Por, Colunas - Flavio Ricco)

Fonte: http://zip.net/brq7Vs



sexta-feira, 24 de abril de 2015

CNBB divulga nota sobre o momento nacional

Os bispos reunidos na 53ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realizada de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP).

Avaliaram a realidade brasileira, “marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País”. Leia, na íntegra, a nota:

Nota da CNBB sobre o momento nacional; “Entre vós não deve ser assim” (Mc 10,43) A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015.

Avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País.

Desta avaliação nasce nossa palavra de pastores convictos de que “ninguém pode exigir de nós que releguemos a religião para a intimidade secreta das pessoas, sem qualquer influência na vida social e nacional, sem nos preocupar com a saúde das instituições da sociedade civil, sem nos pronunciar sobre os acontecimentos que interessam aos cidadãos” (EG, 183).

O momento não é de acirrar ânimos, nem de assumir posições revanchistas ou de ódio que desconsiderem a política como defesa e promoção do bem comum. Os três poderes da República, com a autonomia que lhes é própria, têm o dever irrenunciável do diálogo aberto, franco, verdadeiro, na busca de uma solução que devolva aos brasileiros a certeza de superação da crise.

A retomada de crescimento do País, uma das condições para vencer a crise, precisa ser feita sem trazer prejuízo à população, aos trabalhadores e, principalmente, aos mais pobres. Projetos, como os que são implantados na Amazônia, afrontam sua população, por não ouvi-la e por favorecer o desmatamento e a degradação do meio ambiente.

A lei que permite a terceirização do trabalho, em tramitação no Congresso Nacional, não pode, em hipótese alguma, restringir os direitos dos trabalhadores. É inadmissível que a preservação dos direitos sociais venha a ser sacrificada para justificar a superação da crise.

A corrupção, praga da sociedade e pecado grave que brada aos céus (cf. Papa Francisco – O Rosto da Misericórdia, n. 19), está presente tanto em órgãos públicos quanto em instituições da sociedade. Combatê-la, de modo eficaz, com a consequente punição de corrompidos e corruptores, é dever do Estado.

É imperativo recuperar uma cultura que prima pelos valores da honestidade e da retidão.  Só assim se restaurará a justiça e se plantará, novamente, no coração do povo, a esperança de novos tempos, calcados na ética.

A credibilidade política, perdida por causa da corrupção e da prática interesseira com que grande parte dos políticos exerce seu mandato, não pode ser recuperada ao preço da aprovação de leis que retiram direitos dos mais vulneráveis. Lamentamos que no Congresso se formem bancadas que reforçem o corporativismo para defender interesses de segmentos que se opõem aos direitos e conquistas sociais já adquiridos pelos mais pobres.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215/2000, por exemplo, é uma afronta à luta histórica dos povos indígenas que até hoje não receberam reparação das injustiças que sofreram desde a colonização do Brasil.

Se o prazo estabelecido pela Constituição de 1988 tivesse sido cumprido pelo Governo Federal, todas as terras indígenas já teriam sido reconhecidas, demarcadas e homologadas. E, assim, não estaríamos assistindo aos constantes conflitos e mortes de indígenas.

A PEC 171/1993, que propõe a redução da maioridade penal para 16 anos, já aprovada pela Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça da Câmara, também é um equívoco que precisa ser desfeito. A redução da maioridade penal não é solução para a violência que grassa no Brasil e reforça a política de encarceramento num país que já tem a quarta.

População carcerária do mundo. Investir em educação de qualidade e em políticas públicas para a juventude e para a família é meio eficaz para preservar os adolescentes da delinquência e da violência. 

O Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor há 25 anos, responsabiliza o adolescente, a partir dos 12 anos, por qualquer ato contra a lei, aplicando-lhe as medidas socioeducativas.Não procede, portanto, a alegada impunidade para adolescentes infratores. Onde essas medidas são corretamente aplicadas, o índice de reincidência do adolescente infrator é muito baixo. 

Ao invés de aprovarem a redução da maioridade penal, os parlamentares deveriam criar mecanismos que responsabilizem os gestores por não aparelharem seu governo para a correta aplicação das medidas socioeducativas. 

O Projeto de Lei 3722/2012, que altera o Estatuto do Desarmamento, é outra matéria que vai na contramão da segurança e do combate à violência. A arma dá a falsa sensação de segurança e de proteção.

Não podemos cair na ilusão de que, facilitando o acesso da população à posse de armas, combateremos a violência. A indústria das armas está a serviço de um vigoroso poder econômico que não pode ser alimentado à custa da vida das pessoas. Dizer não a esse poder econômico é dever ético dos responsáveis pela preservação do Estatuto do Desarmamento.

Muitas destas e de outras matérias que incidem diretamente na vida do povo têm, entre seus caminhos de solução, uma Reforma Política que atinja as entranhas do sistema político brasileiro. Apartidária, a proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual a CNBB é signatária, se coloca nessa direção.

Urge, além disso, resgatar a ética pública que diz respeito “à responsabilização do cidadão, dos grupos ou instituições da sociedade pelo bem comum” (CNBB – Doc. 50, n. 129). Para tanto, “como pastores, reafirmamos ‘Cristo, medida de nossa conduta moral’ e sentido pleno de nossa vida” (Doc. 50 da CNBB, Anexo – p. 30).

Aparecida, 21 de abril de 2015. Cardeal Raymundo Damasceno Assis Arcebispo de Aparecida Presidente da CNBB Dom José Belisário da Silva, OFM Arcebispo de São Luís do Maranhão Vice Presidente da CNBB Dom Leonardo Ulrich Steiner Bispo Auxiliar de Brasília Secretário Geral da CNBB.

Fonte: http://www.cnbb.org.br

Governo Federal reconhece situação de emergência

O Diário Oficial da União (DOU) publicou, nesta quinta-feira (23), o reconhecimento da situação de emergência em 170 municípios paraibanos prejudicados pela estiagem. 

Com isso, as cidades atingidas pela seca e listadas em decreto do Governo Estadual, poderão receber abastecimento de carros-pipa.

O coordenador da Defesa Civil do Estado, George Saboia, falou sobre a importância da resposta do Governo Federal. “O Governo do Estado, quando publicava um decreto, antigamente, esperava até 20 dias para receber uma resposta do Governo Federal.

 E desta vez foi bem rápido”, afirmou. “Com isso, Brasília já pode autorizar o Exército Brasileiro para que ele faça o abastecimento desses municípios, que sofrem as consequências da estiagem”, ressaltou.

A decisão do Governo Estadual em decretar situação de emergência em 170 municípios foi publicada no Diário Oficial do Estado em 18 de abril. Depois, a Defesa Civil encaminhou à Brasília a documentação referente ao assunto para que o Governo Federal pudesse fazer o reconhecimento nacional.

A portaria do Governo Federal de nº 71 foi assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Adriano Pereira Júnior. O documento, que reconhece e lista os 170 municípios, entra em vigor a partir desta quinta-feira, quando foi publicado no DOU. (MaisPB).


Fonte: http://www.maispb.com.br

Sementes crioulas estão no foco das discussões sobre práticas agroecológicas

Eduardo Amorim, Núcleo de Comunicação do Centro Sabiá; Serra Talhada – PE

O 5º Seminário do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Práticas Agroecológicas do Semiárido – NEPPAS será realizado a partir desta quarta-feira (22) e segue até o sábado (25), na Unidade Acadêmica de Serra Talhada da UFRPE, com o tema Sementes: Autonomia, Resistência e Vida no Semiárido.

Nestes quatro dias, haverá oficinas, intercâmbios, rodas de diálogos, feiras de produtos da agricultura familiar, poesia, músicas, troca de sementes e o lançamento estadual do programa Sementes do Semiarido, da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA).

Principal foco deste encontro, o debate e o cultivo das sementes crioulas, vegetais e animais perpassa a prática das famílias agricultoras em armazená-las como forma de garantir a vida e a cultura do plantio. 

Um compromisso que representa a luta e resistência dessas famílias contra o capital do agronegócio e os transgênicos. As sementes plantadas pelas famílias agricultoras são símbolo da harmonia com a natureza e preservação ecológica.

Um dos momentos mais simbólicos será a troca de sementes entre agricultores e agricultoras das diversas regiões pernambucanas. “Isso amplia a capacidade de disseminação do recurso genético das sementes, pois é repassado também o conhecimento existente sobre as plantas.

O tempo de germinação do feijão, o gosto do milho... E as próprias sementes acabem estabelecendo elos entre as famílias”, diz o coordenador geral do Centro Sabiá e um dos coordenadores da Asa Pernambuco, Alexandre Pires.

Ao adotar a temática Sementes: Autonomia, Resistência e Vida no Semiárido o 5º Seminário do Neppas faz um chamamento para refletir conosco sobre quais sementes podem ser plantadas para construir uma prática diferenciada no campo
.
 E escolhe ter uma posição propositiva sobre os valores para as transformações que o mundo precisa para ser um lugar melhor e mais justo para as pessoas.

O 5º Seminário do Neppas é uma realização da UFRPE, CNPQ, Cecor, Casa da Mulher do Nordeste, Ipa, Caatinga, Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú, Projeto Dom Helder Câmara, Associação Brasileira de Agroecologia, Sesc, Diaconia e Centro Sabiá. 


O evento contará com a participação de agricultores e agricultoras, estudantes, técnicos, professores e da comunidade em geral.

Para quem tiver interesse em participar, informações e inscrições podem ser obtidas pelo e-mail neppasuast@gmail.com. O custo simbólico é de apenas dois quilos de alimentos não perecíveis a serem entregues no credenciamento, no dia 24 de abril.


Festival da Juventude Rural reúne jovens do Brasil e da América Latina

Cinco mil jovens trabalhadores e trabalhadoras rurais de todo o Brasil e também delegações de 10 países da América Latina se reunirão por quatro dias na capital federal para um grande evento de diálogo e integração: o 3º Festival da Juventude Rural, realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Entre os dias 27 e 30 de abril, a juventude do campo, da floresta e das águas debaterá temas fundamentais para o nosso país: a luta por terra, políticas públicas e sucessão rural na América Latina.

“Esta será uma grande oportunidade para fortalecer e tornar visíveis as reivindicações dos jovens do campo”, afirma o presidente da Contag, Alberto Broch.
Painéis temáticos de debates, atividades esportivas e noites culturais com música e apresentações artísticas fazem parte da programação do Festival, assim como um ato político na Esplanada dos Ministérios, no dia 30 de abril.

Para a secretária de Jovens da Contag, Mazé Morais, o 3º Festival da Juventude Rural será um espaço para afirmar à sociedade e aos governos latino-americanos a importância da juventude trabalhadora rural para a soberania e segurança alimentar do planeta, bem como, para o desenvolvimento sustentável do país.

Na abertura do evento está prevista a presença de representantes do governo federal para entregar aos jovens as respostas para as reivindicações incluídas na Carta-Proposta da Juventude Rural.

O documento foi entregue aos ministros do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, e da Secretaria de Juventude da Presidência da República, Gabriel Medina no dia 18 de março. 

Fonte: Contag

quarta-feira, 22 de abril de 2015

RC manda recado para opositores que assinaram CPI na ALPB: “Não partidarizem o Empreender!”

O projeto Empreender que é considerado pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) como um patrimônio do povo paraibano, que se tornou alvo de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Assembleia Legislativa, desagradou o chefe do Executivo estadual.  

Endurecendo o discurso, Coutinho mandou um recado aos deputados oposicionistas e pediu bom senso: “Eu faço um apelo para que não partidarizem o Empreender! É uma conquista da população, eu que fui prefeito de João Pessoa que implantei pela primeira vez essa ação aqui na Capital, no Governo do Estado instalei logo que entrei.

Eu sei e conheço a importância disso e a população que faz parte das quase trinta mil pessoas que tiveram acesso aos créditos do Empreender também sabe disso!”, enfatizou.  

Segundo Coutinho esse montante de pessoas beneficiadas jamais receberia crédito em qualquer instituição bancária: “O Empreender não quer substituir o Banco, ele quer fazer a ativação da economia de baixo para cima”, destacou.  

Para o socialista muito já foi feito no primeiro mandato e garantiu uma expansão do projeto.  “Quero que estes quatro anos sejam maiores e melhores do que os quatro anteriores” argumentou.  

O Mago comemorou os números do projeto, como o repasse de quase quinhentos mil reais aos pequenos empreendedores em Cajazeiras e voltou a mandar um recado aos críticos de plantão

“Tem gente que infelizmente acha que o empreender é para funcionar como um Banco qualquer, só vai pensar em lucros, o Empreender é um instrumento social e como qualquer instrumento social não pode só pensar em lucro e pensar no seu balanço investindo socialmente consolidando uma nova base de consumo através da produção”, concluiu.  (PB Agora)

Fonte: http://www.pbagora.com.br/

A CNBB e a Reforma Política

A reforma política, um dos itens mais citados na pauta das manifestações populares realizadas no País desde 2013, é uma necessidade urgente.

No documento "Por uma reforma do Estado com participação democrática”, a CNBB, em 2010, já apontava alguns dos graves motivos que justificam a necessidade da reforma política: "as crises consecutivas nas casas legislativas em todos os níveis da Federação.

“Os escândalos que se sucedem nos executivos em suas relações com o capital privado e nas suas relações nada republicanas com os legislativos pertinentes” (doc. 91 da CNBB, 100). O documento defende a participação "de todas as instâncias da cidadania” no processo da reforma política e sugere "alguns eixos básicos para nortear a definição das propostas”.

Tendo concluído, após debates internos, que, ao consenso da inadiável necessidade da reforma, somava-se, na sociedade brasileira, o mais forte dissenso sobre como fazê-la e que pontos considerar, e entendendo que só a mobilização popular poderia lograr êxito no propósito da desejada reforma política, a CNBB uniu-se à OAB, ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.

Á Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político e decidiu convidar, em agosto de 2013, várias entidades para discutir uma proposta a ser apresentada ao Congresso Nacional por meio de um projeto de lei de iniciativa popular. Nascia, ali, a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, que hoje reúne mais de cem entidades.

A diversidade das propostas analisadas exigiu muito discernimento e diálogo entre as entidades da Coalização, que, ao final dos debates, entraram em consenso em torno de quatro pontos: a proibição do financiamento de campanhas por empresas.

A adoção do voto proporcional em dois turnos, denominado voto transparente; a alternância de homens e mulheres nas listas de candidatos e o fortalecimento da democracia mediante a regulamentação do artigo 14, caput, da Constituição Federal.

 que trata das formas como é exercida a soberania popular. Das reuniões, resultou a elaboração de um projeto de lei de iniciativa popular que detalha cada um desses pontos.O projeto recebeu o endosso da 52ª Assembleia Geral da CNBB, em maio de 2014, com a aprovação do documento "Pensando o Brasil”. Por iniciativa da Coalizão, o Projeto (PL 6316/2013), foi apresentado, mediante subscrição de parlamentares de diversos partidos.

Á Câmara dos Deputados, onde tramita desde agosto de 2013. Para apoiá-lo, está-se realizando a coleta de 1,5 milhão de assinaturas de eleitores, providência fundamental para pressionar o Congresso a votar mais esta proposta de iniciativa popular.

Ao declarar seu apoio ao Projeto, a CNBB o faz com a consciência de que é dever da Igreja cooperar com a sociedade para a construção do bem comum, conservando a autonomia e independência que a caracterizam em relação à comunidade política, como lembra o Concílio Vaticano II (GS 76).

Se à Igreja não cabe assumir a responsabilidade da organização política da sociedade nem colocar-se no lugar do Estado, como nos recorda Bento XVI, tampouco pode ela ficar alheia à luta pela justiça. "Toca à Igreja, e profundamente, o empenhar-se pela justiça trabalhando para a abertura da inteligência e da vontade às exigências do bem” (Deus Caritas Est, 28).

A CNBB acredita que, para levar a bom termo um empreendimento tão amplo e complexo como a reforma política, é preciso juntar esforços e superar os radicalismos e as ideias preconcebidas que obstruem a via do diálogo e

impedem o aperfeiçoamento da democracia. Considera saudável, tanto para o mundo político quanto para a Igreja, o pluralismo que marca a sociedade democrática na qual vivemos: ele favorece o diálogo, o debate respeitoso e a busca de harmonia nas diferenças.

Por isso, quanto ao projeto que tem o seuapoio, a CNBB se declara aberta ao debate e reitera profundo respeito àpluralidade que enriquece a sociedade brasileira. Cardeal Raymundo Damasceno Assis Arcebispo de Aparecida (SP) Presidente da CNBB

Fonte: Adital