sábado, 9 de janeiro de 2016

Seis formas de ter mais abelhas polinizadoras em sua horta ou jardim

Abelhas adoram flores pequenas e de cores claras (Foto: Pierre Guezingar/CCommons)

Elas são extremamente benéficas para as plantas e alguns frutos só se desenvolvem com o seu trabalho; veja quais espécies de flores e ervas aromáticas elas adoram; POR TERESA RAQUEL BASTOS:

Dia 3 de outubro é comemorado nacionalmente o Dia da Abelha. Ela está entre os 6 insetos amigos da horta. Mas muitas vezes são esquecidas ou até exterminadas devido às picadas que podem dar quando se sentem ameaçadas em seu habitat.

Entretanto, ter abelhas por perto é extremamente benéfico para a agricultura, pois elas são responsáveis pela polinização de plantas e, com isso, podem aumentar a produtividade, como no caso do açaí, melhorar a formação de frutos, como no caso do morango, e deixar os jardins mais floridos.

Em alguns lugares do planeta, as abelhas têm sumido e gerado um colapso na produção de alguns frutos. De forma direta ou indireta, mais de 70% da alimentação humana dependem diretamente da polinização e, logo, das abelhinhas.
Por isso, respeitá-las e preservá-las é dever de todos. Caso contrário, A população mundial morrerá de fome ou perderá a grande diversidade de alimentos. Especialistas da associação A.B.E.L.H.A. e o apicultor Wener Bastos listaram seis formas fáceis de trazer as abelhas para perto da sua horta ou jardim. 1- Flores coloridas e plantas aromáticas:

As abelhas são atraídas pelas flores e plantas aromáticas, especialmente as pequenas, de cores mais claras (branca e amarela - as flores vermelhas como a rosa, são mais atrativas para pássaros) e com floração em massa, ou seja, que floresce tudo de uma só vez e não gradativamente.
Ter oções coloridas atraem os insetos, além de deixar o jardim bem mais bonito. As favoritas delas; são manjericão, funcho, malva, manjerona, orégano, alecrim, dente de leão, tomilho, hortelã, margaridas, girassóis, entre outras; 2- Plantas apícolas Invista em espécies que atraem as abelhas. Malícia, sapateira e urucu são alguns exemplos. 3- Plantas nativas:

Complemente o seu jardim com plantas nativas, pois as abelhas se sentem atraídas pelas espécies entre as quais sempre viveu cercada; 4- Água e abrigo
Além de plantar flores silvestres, frutas e vegetais, é necessário lhes fornecer água e abrigo, e também, permitir que os jardins locais detenham uma pequena fauna. Galhos caídos, árvores, etc.
Podem ajudar as abelhas a fazerem as colmeias. As abelhas preferem árvores de pequeno porte, como as da família  Myrtaceae: goiabeira, jabuticabeira, pitangueira. Já das árvores de porte grande são preferíveis as de abacate e lichia, por exemplo.
Palmeiras em geral também é bem atrativas para as polinizadoras, o que é uma vantagem para os que gostam de jardinagem; 5- Gentileza gera gentileza Se você respeitar o espaço das abelhas, mesmo as com ferrão (como a espécie mais comum no Brasil.

A apis mellifera, ou africanizada, como é conhecida) não trarão problemas. Se algum morador da casa ou apartamento for alérgico, há diversas espécies sem ferrão que são gentis e procuram os jardins apenas para água e alimento.
Fonte: http://revistagloborural.globo.com

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Petrobras não poderia pensar apenas em lucro, diz RC sobre desabastecimento

O governador Ricardo Coutinho (PSB), em entrevista a rádio, explicou a situação atual do desabastecimento em postos de combustíveis da Paraíba e quais as medidas que foram tomadas para reparar os danos. 

“Desde o final do ano passado, mas especificamente no dia 30 de dezembro, eu telefonei para saber do abastecimento, para fazer a cobrança e essa situação seja regularizada. A Petrobrás alimenta uma ideia que não é uma ideia correta, porque quando se tem uma empresa do porte da Petrobras.
 E não se pode pensar em apenas em reduzir ou aumentar o lucro do faturamento dessa empresa, e prejudicar toda uma população de praticamente três Estados, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do interior do Ceará, com uma elevação do preço de combustível. É inaceitável que uma empresa do porte da Petrobras pudesse “errar” dessa forma.
Isso está nos afetando e afeta também a arrecadação do estado da Paraíba, já que 14% do ICMS advêm da venda de combustível”, revelou. O gestor explicou a atual situação do porto e afirmou que já tem reuniões marcadas com os responsáveis da empresa. 

“A capacidade do porto de Cabedelo é de 68 mil toneladas, nós estamos trabalhando com algo em torno de menos de 30 milhões, portanto, é uma defasagem inaceitável que aumenta o preço do combustível e diminui a receita do Estado.
Em seguida, articulamos essa reunião que vai aconteceu ontem, no qual a vice-governadora Lígia Feliciano, ao lado da diretora do Porto participou com a diretoria de abastecimento da Petrobrás. A Petrobrás é mais do que uma empresa, é um patrimônio e deve servir a todo o país, e não em função de um núcleo minimizado, prejudicar um Estado inteiro, uma população inteira.
E devo, mais tarde voltar a falar com o ministro, e ainda em janeiro ter uma reunião com o presidente da Petrobrás, e se necessário, com a presidente Dilma. Nós não somos os responsáveis por esse prejuízo.

Mas nós temos agido bastante, para que se possa definitivamente resolver isso. “Tenho certeza que o Governo Federal haverá de ter bom senso e sensiblidade para enquadrar a Petrobrás dentro do que ela precisa agir que é exatamente estar a serviço do povo brasileiro”, disse.
Fonte: http://paraibaja.com.br/

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Ricardo liga para Ministro Wagner e diz que não admite desativação do Porto de Cabedelo

REAÇÃO FORTE AO DESABASTECIMENTO:
O governador Ricardo Coutinho surpreendeu o Ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, na noite nesta terça-feira ao informar por telefone que o Governo da Paraiba não admitirá sob hipótese nenhuma que se mantenha a politica de desabastecimento de combustível na Paraiba por estratégias e equívocos da Petrobras e renovou que aceitará a desativação da base da empresa petrolífera no Porto de Cabedelo.
Ricardo Coutinho, segundo alta fonte de Brasilia, se mostrou indignado com a sucessiva falta de combustível no Estado da Paraiba, a partir de Joao Pessoa, e repetiu o que havia dito aos diretores da Agencia Nacional do Petroleo, dia 30 de dezembro.
Uma coisa é manter o nível da defesa intransigente do estado democrático de direito, da governabilidade, outra é subserviência, que jamais admitirei – teria dito o governador no diálogo com o Ministro Jaques Wagner.
Informações extra-oficiais dão conta de que o Ministro se mostrou sensível às queixas do governador, bem como criticou a postura tecnocrática de setores da Petrobras que ignoram a logica e necessidade dos Estados e mercados. Ele ficou de encaminhar solução no nível reclamado por Ricardo Coutinho. Com Wscom.
Fonte: http://www.polemicaparaiba.com.br/

domingo, 3 de janeiro de 2016

Arma de defesa contra ataques da oposição serão candidaturas próprias, diz PT da PB

O presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), Charliton Machado, mencionou as expectativas do partido para 2016. O lançamento de candidaturas próprias, em todo o estado, será uma das metas da legenda para o pleito eleitoral do próximo ano.
“Aqui na Paraíba nós estamos aprofundando debates de candidatura própria em várias cidades como Serra Branca, Pombal, João Pessoa, Campina Grande, Patos e outras. Temos um conjunto de candidaturas no Estado, e em João Pessoa não será diferente. Nós teremos até a primeira semana de fevereiro para apresentar a sociedade um nome que possa disputar as eleições em João Pessoa, porque é isso que a base vem pedindo”, salientou.
Em um ano politico crítico vivido pelo partido, Charliton afirmou que o maior número de  candidaturas próprias possíveis será a arma de defesa do PT. “Nós sabemos das dificuldades que tem o PT hoje no cenário politico, a exemplo do debate feito por Cássio para atacar o PT, e sabemos que só mesmo o próprio partido poderá fazer sua defesa política, e para isso, a legenda terá que estar em jogo, ocupando seu espaço na televisão, estando em debate”, ressaltou.
Quanto ao nome que possivelmente poderá ser indicado à disputar as eleições de 2016 para prefeito de João Pessoa, o petista não deu  uma certeza, mas afirmou que Luiz Couto é um nome forte. “O PT apresentará uma candidatura nas eleições, nós chegaremos a fevereiro com um único nome representando o projeto do Partido dos Trabalhadores.
Nós sempre dissemos que o nome que mais tem peso, do ponto de vista histórico, seria o nome de Luiz Couto, mas independente da força eleitoral nós queremos lançar um nome que reúna as melhores condições para o PT faça o debate público e sabendo responder.  
Então não começa e nem termina com o lançamento da candidatura, o lançamento é o primeiro passo para que você possa dialogar com a população, cobrar respostas do programa politico de  2012 que foi frustrante em áreas fundamentais como mobilidade urbana, saúde, cultura e outras áreas, então nós teremos que fazer um contra ponto”, certificou.
Quando questionado sobre à possibilidade de aliança com o PSB, Charliton assegurou que sempre exstem possibilidades, mas que a candidatura própria será a  alternativa mais provável para o primeiro turno. “Sempre tem duas teses possíveis em debata.
A da aliança e a da candidatura própria, que sempre foram teses analisadas do ponto de vista da conjuntura municipal, mas o que é prioritário e me parece que é o que vai prevalecer até fevereiro, existe um sentimento muito grande de quase 100% de certeza de que o PT deverá lançar candidatura.
Fonte: http://paraibaja.com.br/

RC aconselha Cássio a procurar tratamento psicológico por estar “desequilibrado”

O governador Ricardo Coutinho (PSB) declarou que a criação do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) é uma discussão para os deputados, destacando que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) não possui autenticidade para debater sobre o assunto.
Ricardo ainda aproveita para aconselhar o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) sobre seu estado emocional e relembrar que o mesmo defendeu o TCM em outro momento. O gestor estadual ainda aconselha Cássio – utilizando trocadilho do nome do senador com o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ
A procurar aconselhamento psicológico, porque está demonstrando um certo nível de desiquilíbrio em seus discursos. “O senador Cássio-Cunha tem estado um pouco fora de si, venho acompanhando, e digo que ele precisa procurar ajuda ou um bom descanso. Porque são bobagens tamanhas, que ou é a má fé que move, ou então é a própria crença, se for crença precisa de um acompanhamento. A máscara que ele usa é fácil de ser retirada”, orientou.
“Digo que fico a vontade, minhas contas continuam a ser observadas e dadas um parecer pelo TCE, mas quem julga é a ALPB. Não sou homem de aceitar intimidação, nunca fui, não sou e nem nunca serei, graças a Deus. Ninguém ache que terá tratamento diferenciado para quem passou e quem passa agora, porque se alguém acha isso eu recorro a outras instâncias”, concluiu Ricardo.
Ao ser questionado de quem era o desejo de criação do TCM, se era o governo do estado ou o poder legislativo, e qual seria o motivo, Ricardo explica que é um debate entre a população e a Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), ressaltando que a Casa possui recursos disponíveis.
“Na verdade, o TCM é um órgão auxiliar da ALPB seja da Paraíba sendo criado ou de qualquer canto do país. Acredito que quanto mais fiscalização, melhor. Se a ALPB tem recursos para o tal e tem, vai naturalmente contribuir para um processo que precisa ser aperfeiçoado dentro do nosso estado. A criação do TCM é uma postulação legítima, porque o debate deve ser entre a sociedade e a ALPB”, falou.
O governador socialista ainda coloca em foco que o TCE não tem legitimidade para debater sobre o tema, e acusa a instituição de intimidar os deputados para uma possível votação contrária. “Nem o poder executivo está se metendo nessa discussão e acho que não é discussão para outro órgão, o TCE tem que cumprir a lei, se a lei diz que é pra fiscalizar municípios e estados vai fiscalizar, se a lei diz em determinado momento que vai fiscalizar o estado e prefeituras A, B, ou C será fiscalizado.
Não se pode confundir as coisas. Acredito que é ruim quando um órgão auxiliar do próprio poder legislativo começa a influenciar de uma forma profundamente negativa, buscando retaliações, mandando recados, passando informações que não são corretas ou que dão margem a deturpações, passa a atentar e influenciar o poder legislativo. Onde nós estamos tentando intimidar os deputados? Isso é falta de respeito!
Preciso lembrar que sou responsável pelo poder e sou o mais fiscalizado de todos. Preciso considerar que as coisas devem ser tratadas com civilidade, e com respeito mútuo. Passei quatro anos com uma ALPB totalmente contrária ao meu governo, e eu sabia até onde podia ir, mesmo assim sempre fiz o debate político, porque cabe realizar o debate político.
Tem deputados “que estão sendo ameaçados pelo TCE, digo que isso não é bom”, salientou. O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) durante a semana indicou que a intenção de implantação do TCM seria para intimidar o TCE por causa do julgamento das contas do governo, como também para chantagear prefeitos.
Ricardo rebate as declarações lembrando que o ex governador tucano já teve intenção de criar o órgão, e que é de responsabilidade dos deputados estaduais, ele apenas respeitará a posição final. “Quem disso cuida, disso usa. Ele sabe o que está dizendo, não preciso especificar. Não é possível alguém declarar isso, principalmente saindo dele, ele pessoalmente tentou criar o TCM, ou será que ele engana alguém nessa Paraíba?
Nem quem nasceu depois ele consegue enganar, basta procurar no Google. Eu preciso apenas respeitar o que minha base defender, se for o caso eles que discutam e construam o processo, o Brasil tem pouca fiscalização para aquilo que necessita. Se “a ALPB não quiser a criação, de mim não sai nada, não estou para fazer qualquer debate sobre TCM”, comentou.
Fonte: http://paraibaja.com.br/

Manoel Júnior comenta pichação de outdoors em João Pessoa: “não intimida”

Vândalos picharam dois outdoors do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) instalado nos bairros do Bessa e Bancários, em João Pessoa (PB).  Pré- candidato a prefeito da Capital nas eleições municipais de 2016, o material publicitário divulga algumas ações parlamentares de Manoel Júnior na Câmara Federal em prol do estado da Paraíba e da cidade de João Pessoa. Retaliação? Pré-candidato a prefeito de João Pessoa é vítima de vandalismo:

O deputado Manoel Júnior acredita que a pichação tem conotação política, uma vez que o ato criminoso foi comemorado nas redes sociais por militantes de um partido político. O deputado entende que os seus adversários estão incomodados com o crescimento de sua pré-campanha para a prefeitura da Capital. “Esse tipo de ação não intimida e só afirma que estamos no caminho certo, incomodando aqueles que não querem o melhor para João Pessoa”, declarou.
Os outdoors destacam, por exemplo, o fato de Manoel Júnior ter entrado mais uma vez em 2015 para lista dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, divulgada anualmente pelo Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar). Este ano, Manoel Júnior foi o único deputado paraibano a figurar na lista conhecida como “os cabeças” do Congresso, definição criada pelo Diap para aqueles parlamentares que se destacam por suas qualidades ou habilidades no exercício do mandato. (Assessoria)
Fonte: http://paraibaja.com.br/

sábado, 2 de janeiro de 2016

Ter água significa segurança hídrica e também segurança alimentar e nutricional

Porque a água da chuva armazenada serve igualmente para produzir alimentos e sementes.

Com o intuito de ampliar o estoque de água das famílias, comunidades rurais e populações tradicionais para dar conta das necessidades dos plantios e das criações animais, a ASA criou em 2007 o Programa Uma Terra e Duas Águas, o P1+2. O nome do programa faz jus à estrutura mínima que as famílias precisam para produzirem –
O espaço para plantio e criação animal, a terra, e a água para cultivar e manter a vida das plantas e dos animais. O P1+2 integra o Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido, da ASA. Esse programa-guarda-chuva congrega também o Programa Um Milhão de Cisternas, o P1MC. 
Os objetivos do P1+2 são promover a soberania e a segurança alimentar e nutricional das famílias agricultoras e fomentar a geração de emprego e renda para as mesmas. A estratégia para alcançar esses objetivos é estimular a construção de processos participativos para o desenvolvimento rural do Semiárido brasileiro. CONTEXTO: Concentração da água e da terra:
Apesar do enorme potencial da natureza e do seu povo, o Semiárido é marcado por grandes desigualdades sociais. Historicamente, o governo investiu na construção de grandes obras hídricas como forma de solucionar o problema da falta de água na região.
Estima-se que o Nordeste abriga mais de 70 mil açudes, que acumulam 37 bilhões de m³ de água. Todo esse volume de água está concentrado em propriedades particulares e não é compartilhado com a população difusa do Semiárido.
A distribuição das terras também é extremamente desigual. Segundo o Censo Agropecuário 2006 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 84,4% do total de estabelecimentos rurais brasileiros são unidades da agricultura familiar, que ocupam apenas 24,3% do total de terras destinadas à produção agropecuária. 
Já as unidades NÃO familiares representam 15,6 % dos estabelecimentos rurais e detêm 75,7% das terras. A concentração também é mostrada comparando-se a área média dos estabelecimentos familiares (18,37 ha) com a dos não familiares (309,18 ha).
Um dado que dá a dimensão da importância da agricultura familiar no Brasil é que 70% dos alimentos que chegam à mesa da população são provenientes do trabalho de quatro milhões de famílias, das quais um pouco mais da metade vive no Semiárido.
Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional: Ter acesso a uma alimentação saudável, de qualidade e em quantidade suficiente é um direito de todos e todas. Isso é Segurança Alimentar e Nutricional. Já a soberania alimentar está associada à autonomia dos povos de decidir o que comer e como produzir, respeitando seus hábitos alimentares.  
Para garantir o Direito Humano à Alimentação é necessário ter como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam social econômica e ambientalmente sustentáveis.
Nesse sentido, a ASA defende a produção agrícola de base agroecológica, que entre suas características está o cultivo livre de agrotóxicos. A ASA defende também o acesso à água, a terra e às sementes como condição fundamental para que as famílias do Semiárido brasileiro produzam alimentos que fazem parte de seu hábito alimentar.
Outras estratégias para a Soberania e a Segurança Alimentar e Nutricional na região são os bancos de sementes, as técnicas de produção e estocagem de alimentos para os animais, como os bancos de proteínas e a fenação, e sistemas produtivos como os quintais produtivos e a agrofloresta.
Fonte: http://www.asabrasil.org.br/