quinta-feira, 18 de julho de 2013

Lula afirma que PT precisa de “renovação profunda”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira 16 que, diante das manifestações realizadas em junho em todo o Brasil, seu partido, o PT, precisa passar por uma “profunda renovação” para dialogar com os jovens e os movimentos sociais e lidar com os novos desafios pelos quais passa o Brasil. Em artigo publicado no jornal The New York Times (confira a íntegra, em inglês), Lula afirmou que os protestos de junho são, “em grande parte, resultado de sucessos sociais, econômicos e políticos”. No texto, Lula relembra as conquistas sociais de seu governo e diz “é completamente natural’ que os jovens, “especialmente aqueles que estão obtendo coisas que seus pais nunca tiveram, desejem mais”. Segundo Lula, esses jovens não têm memórias da repressão das décadas de 1960 e 1970, da inflação dos anos 1980 e da estagnação e desemprego dos anos 1990. Assim, diz ele, desejam melhor qualidade dos serviços públicos, mais lazer e atividades culturais e, “acima de tudo, instituições políticas que sejam mais limpas e mais transparentes, sem distorções do anacrônico sistema eleitoral e político do Brasil”. Lula faz então uma defesa da democracia, da necessidade de os partidos políticos existirem e serem protagonistas no debate, mas reconhece que a democracia não se faz apenas nas eleições. As pessoas “desejam ser ouvidas”, diz Lula, e isso cria “enormes desafios para líderes políticos”. “Mesmo o Partido dos Trabalhadores, que eu ajudei a fundar e que contribuiu tanto para modernizar e democratizar a política no Brasil, precisa de profunda renovação. “O [PT] precisa recuperar seus vínculos com os movimentos sociais e oferecer novas soluções para novos problemas, e fazer as duas coisas sem tratar os jovens de forma paternalista”.

Fonte: Carta Capital

Daniella diz que bloco PT/PP aceita adesões, mas não imposições de nomes para 2014

Durante entrevista ao programa Hora da Notícia, da rádio Arapuã, a deputada Daniella Ribeiro (PP) afirmou que o bloco partidário PP/PT aceita ampliar a coligação com o PTB e até mesmo com o PMDB, mas que não aceitará a imposição de nomes para a chama majoritária na disputa pelo governo, em 2014. “Aceitamos a ampliação da aliança, mas sem a imposição de condições, como nomes já definidos para a chapa majoritária”, disse a deputada. Daniella afirmou que o bloco tem nomes, inclusive o dela para a disputa. “Nomes nosso bloco tem para a disputa. Todos nós estamos na disputa e o meu partido também tem”, declarou. A deputada considerou que o PMDB já tem uma candidatura posta, e acha pouco provável que os peemedebistas venham a integrar o seu bloco partidário.

Fonte: http://www.paraiba.com.br

Renato diz que Anísio quer jogar culpa da inoperância de Dilma em ministro e defende rompimento com PT

Por Rebeca Carvalho; A declaração do líder da oposição na Assembleia Legislativa, Anísio Maia (PT), responsabilizando o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra (PSB), pelo atraso nas obras de transposição do Rio São Francisco, não agradou o líder da oposição na Câmara Municipal de João Pessoa, Renato Martins (PSB), que não pensou duas vezes e veio a público defender seu colega de partido. Sem titubear, Renato enalteceu as qualidades de Fernando Bezerra como ministro da Integração e criticou a gestão da presidente Dilma Rousseff. “Fernando Bezerra é um dos ministros mais bem preparados do governo, tanto que o PT tenta a todo custo tirá-lo do PSB e levá-lo para seus quadros. O que não se admite é alguém querer jogar a culpa da inoperância da presidente Dilma no ministro. O governo do PT não se preocupa com as obras estruturantes do Brasil”, disparou o vereador. Renato ainda fez uma declaração que promete aumentar a animosidade entre petistas e socialistas ao defender o rompimento do PSB com a presidente Dilma Rousseff com o lançamento da candidatura de Eduardo Campos a presidente do Brasil. “Ele transformou Pernambuco em um canteiro de obras e pode fazer a mesma coisa em todo o Brasil”, finalizou.

O desafio de Dilma

Por, Flávio Lúcio, Foi divulgada na última quarta a pesquisa CNT/Sensus com a avaliação do governo Dilma Rousseff e os novos números da eleição presidencial. Continuou em queda tanto a avaliação do governo quanto o desempenho eleitoral da presidenta. Considerando o momento em que a pesquisa foi realizada, ainda fortemente marcado pelo rescaldo das manifestações de junho, quando Dilma Rousseff foi o principal, mas não o único, alvo dos protestos, os números auferidos não são exatamente um desastre. O governo foi rejeitado como ruim e péssimo apenas por 9,3%$ dos entrevistados. O que aumentou mesmo foram aqueles que consideram o governo “regular” (37,1%), uma migração natural em razão do clima de contestação e das críticas que o governo federal recebeu nas últimas semanas. Já os que consideram o governo ótimo e bom somam quase a metade do eleitorado (49,2%). Quanto aos números da eleição presidencial, se Dilma foi atingida por nova queda, o até então principal candidato da oposição, Aécio Neves, não tem muito o que comemorar. Pelo contrário. Mesmo realizada numa conjuntura claramente desfavorável, Dilma obteria 34,4% das intenções de votos no primeiro turno. Depois de muitas comemorações dos tucanos, deve ter sido decepcionante constatar o fraco desempenho de Aécio. Marina Silva é quem ocupa o segundo lugar, com 20,7%. Aécio Neves aparece em terceiro, só com 15,2%. Eduardo Campos teria 7,4% dos votos. O maior problema de Rousseff reside na rejeição, que hoje atinge 44,7%. Nesse ponto, Aécio Neves, com 36%, tem índice de rejeição que é muito superior ao de voto, só superado pelo Eduardo Campos, com 31,9%. Marina Silva tem 31,5%. Ou seja, quem mais ganhou foi Marina. Hoje, ela é a mais importante candidata da oposição e, acredito a única capaz de terminar a hegemonia petista no governo federal. (Lula e Dilma) Quando Dilma Rousseff navegava sem sobressaltos nas águas tranquilas de um povo longe da política, poucos eram os que se lembravam de Lula. Até no PT. Hoje, para a preocupação de Dilma, as comparações entre o seu governo e o do Ex-presidente se tornam cada vez mais inevitáveis. Na mesma pesquisa CNT-Sensus, 45,4% acham que o governo Dilma é pior que o de Lula, e só 11,5% acham que é melhor. Até o mês passado, as boas avaliações dos dois anos e meio de governo Dilma eram, na média, superiores aos números alcançados por Lula em igual período. A diferença é que o país e o Estado que Lula herdou, depois de oitos anos de governos tucanos, obrigaram o Ex-presidente a iniciar um longo percurso, tanto de recuperação econômica quanto de reorientação das políticas de Estado. (O caminho de Lula para a vitória) Foi só depois de aumentar o gasto público no país, o que impulsionou a economia depois de 2005, ao lado das políticas sociais (como o Bolsa Família) e do aumento da participação dos salários na formação da renda nacional, por conta dos aumentos do salário mínimo acima da inflação, que Lula consolidou os resultados do seu governo, estabeleceu um norte, que lhe rendeu a popularidade que lhe deu a vitória em 2006 e a eleição de sua sucessora em 2010. Foi esse “portfólio” que Dilma Rousseff herdou quando assumiu o governo em 2011. Dilma deu continuidade às políticas iniciadas por Lula e, talvez por isso mesmo, manteve e até superou a boa avaliação que teve Lula, que ao terminar o mandato registrou impressionantes 83,4% de aprovação. O problema de Dilma é a gestão da política de seu governo. Rodeada de ministros de pouca representatividade e experiência política – à exceção é Aloísio Mercadante, da Educação, – a começar pela Casa Civil e pela Secretaria das Relações Institucionais, Dilma Rousseff quis dar a seu governo um perfil “técnico”, provavelmente para fugir das difíceis decisões que a política por vezes nos impõe. É bom lembrar que – os economistas que o digam – para qualquer decisão a ser tomada, existem justificativas “técnicas”. Existem justificativas técnicas, por exemplo, tanto para aqueles que defendem a alta dos juros quanto para os que defendem a sua queda. Onde está a verdade? Para mim, no interesse público, no interesse da maioria. Portanto, a “técnica” deve estar subordinada à política, e não o contrário. (Técnica X Política) É nisso onde reside a principal diferença entre os governos Dilma e Lula. Enquanto Lula enxergava os objetivos de longo prazo e fazia política para atingi-los, Dilma acha que conseguirá fazer o mesmo através do voluntarismo tecnicista que despreza os inconvenientes das negociações e dos compromissos políticos. Isso é fazer política do mesmo jeito, só que de outro jeito. Por isso, quando a Presidenta se viu acuada pela pressão das manifestações, assim como fez o Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, ela demorou a perceber que era a política quem batia a porta do seu governo. A política que irrompia para além dos limites dos gabinetes e das antessalas do poder, que era a forma de fazer política que a maioria dos políticos estava comodamente acostumada a praticar. Dilma começa, talvez por necessidade, a reconhecer essa verdade e o seu governo parece buscar um novo rumo político e novo ritmo. O difícil será fazer isso com os mesmo ministros, especialmente os mais próximos e influentes. Caso consiga, a questão será saber se haverá tempo para que essa mudança gere conseqüências para melhor no humor do eleitorado.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Luiz Couto elogia ação que desmantelou quadrilha de tráfico de pessoas

O deputado Luiz Couto (PT-PB) elogiou em pronunciamento no plenário o trabalho da Polícia Federal que, em parceria com a Polícia Nacional Espanhola, desmantelou na semana passada mais uma quadrilha de traficantes de pessoas. Ele ressaltou o trabalho da CPI do Tráfico de Pessoas no combate a este tipo de crime. “A  CPI do Tráfico de Pessoas está trabalhando forte na sensibilização e conscientização da opinião pública. Alerto toda a população informando que este crime é mais próximo do que imaginamos. O Estado precisa se aparelhar melhor no enfrentamento do tráfico e na assistência das vítimas”, disse Luiz Couto. De acordo com o parlamentar petista, “as falsas promessas que trazem  os crimes de exploração sexual, tráfico de pessoas, trabalho escravo, adoção ilegal de crianças e adolescentes e um mercado clandestino de órgãos continuam fazendo vítimas de baixa renda no Brasil”. O crime deste porte acrescentou o deputado Luiz Couto, “demonstram que o Brasil tem sido vítima do tráfico interno e externo de pessoas”. Gizele Benitz

Fonte: PT na Câmara

Frei Anastácio e padre Luiz Couto podem se unir para arrebanhar PT.

Para Ricardo Insatisfação de Anastácio com a PMJP seria ponto culminante para união com Ricardo. A união dos religiosos deputados petistas para a disputa interna pela presidência do Partido dos Trabalhadores da Paraíba está assustando os aliados do prefeito Luciano Cartaxo (PT), do presidente do partido Rodrigo Soares e do deputado estadual Anísio Maia. Acontece que a doutrina a ser pregada pelo deputado estadual Frei Anastácio e o federal padre Luiz Couto seria a aliança com o governador Ricardo Coutinho em 2014, caso consigam o comando partidário. Um petista, ligado a administração de João Pessoa, confidenciou a preocupação aos que fazem oposição ao governo socialista: “Se Luiz Couto e Anastácio se unirem eles ganham o PED”, argumentou o petista sobre a união dos deputados os tornando imbatíveis no Processo de Escolha do Diretório na Paraíba. A senha já foi passada pelo deputado Frei Anastácio para Luiz Couto. Ele avisou que vai procurar o deputado federal para discutir a aliança na disputa petista. Aliados do governo do estado já entraram em ação para convencer Frei Anastácio que pode se aliar a bancada governista na Assembléia Legislativa. Anastácio pode indicar nos próximos dias o secretário de Agricultura Familiar do Estado. O ponto culminante para a decisão do deputado estadual seria a insatisfação que ele está com a falta de prestigio recebida na Prefeitura de João Pessoa e por ter ficado sem nomeações na administração municipal. Com diferentes alas partidárias, o PT tem aliados do governador Ricardo Coutinho e ferrenhos oposicionistas, mas o Frei pode se converter nos próximos dias, segundo projetam os últimos acontecimentos de bastidores.

Anísio solta o verbo e culpa ministro por atraso nas obras da transposição do São Francisco

O deputado estadual Anísio Maia (PT), líder da oposição, descarregou as baterias contra o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra. Segundo Anísio, o ministro do PSB é um dos maiores responsáveis pelo atraso das obras de transposição do Rio São Francisco. O parlamentar disse que o ministro não faz nada a não ser dar desculpas. Ele falou ainda que Fernando Bezerra veio à Paraíba gastar dinheiro e anunciar a insignificância de seis milhões de pessoas. “Ele nem precisava gastar dinheiro para dizer isso”, finalizou. Rebeca Carvalho e Ívyna Souto. Comentários dos usuários: (1) ferreira 17/07/2013; 11h08min. ESTE DEPUTADOZINHO DE MEIA TIJELA NÃO SABE O QUE DIZ, SAI ATIRANDO PARA TODO LADO, ATÉ A PROPRIA MÃE DELE DILMA ELE CONDENA, DESPREPARADO.