O deputado estadual
Frei Anastácio (PT) disse, hoje (24), na tribuna da Assembleia Legislativa, que
até o principal aliado do governador do estado reconheceu publicamente, em
entrevista coletiva, que a gestão do PSB não disse ainda para que veio na Paraíba.
“Depois de três anos com vários cargos no governo, o senador Cássio Cunha Lima
apareceu com um discurso de oposição. Resta saber, agora, se o PSDB vai apoiar
a oposição na Assembleia Legislativa”, indagou o deputado. Frei Anastácio
acrescentou ainda que “se o senador Cássio Cunha Lima, que tem vários cargos na
gestão do PSB está insatisfeito com os resultados do governo estadual, imagine
o resto da população”, destacou o deputado. O parlamentar relatou que o senador
Cássio já teve o secretário de segurança, tem o secretário de planejamento, o
superintendente da Suplan, direção da Cagepa e regional de educação, em Campina
Grande, além de cargos em outros escalões do governo. “Mesmo assim, agora ele
surgiu com um discurso de oposição dizendo que possui apenas um cargo técnico
que é ocupado por Gustavo Nogueira, no Planejamento. Esperamos agora, que esse
discurso seja incorporado pelo PSDB, também, na Assembleia”, disse Frei
Anastácio. Universidade em Soledade:
O deputado também registrou que no último sábado participou do manifesto
regional em defesa da implantação do campus universitário, em Soledade. “Eu
estive lá, participei de todas as atividades e irei quando for preciso. São 14
municípios envolvidos nessa luta: Assunção, Boa Vista, Cubati, Gurjão, Juazeirinho,
Junco do Seridó, Nova Palmeira, Olivedos, Pedra Lavrada, Santo André, São
Vicente do Seridó, Soledade, Tenório e até municípios do estado vizinho,
Equador, Rio Grande do Norte”, disse o deputado. O deputado destacou que o
município está localizado na micro região do Cariri Oriental a 60 quilômetros
de Campina Grande. Segundo o parlamentar, a localização de Soledade é
estratégica para que os estudantes da região, não tenham que se deslocar por
longas distâncias, além de dar possibilidades para que outros paraibanos possam
cursar o ensino superior. “Já tivemos várias mobilizações e agora queremos a
implantação de uma instituição de ensino superior naquele município. Vamos
também cobrar para que o governo do estado se sensibilize com Soledade e
região, para a instalação de um campus da UEPB ou de uma escola técnica
estadual”, afirmou o petista.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Portaria diminui prazos e burocracia do Programa Cisternas
A partir de agora, somente entidades habilitadas pelo Ministério
participarão das chamadas públicas do Programa. Confira o que é necessário para
realizar o credenciamento; Brasília, 24
– Entidades sem fins
lucrativos de desenvolvimento rural e de segurança alimentar já podem se
credenciar no Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para
participar das chamadas públicas de execução do Programa Cisternas em todo o
país. Portaria que regulamenta o credenciamento foi publicada no Diário Oficial
da União na segunda-feira (23). A partir de agora, somente entidades
habilitadas pelo Ministério participarão das chamadas públicas do Programa
Cisternas. Com isto, estados, prefeituras e consórcios poderão contratar, com
menos burocracia, as entidades habilitadas para a construção de cisternas de
captação e armazenagem de água da chuva e outras tecnologias sociais para
consumo e produção. Para participar da Chamada Pública, interessados devem
enviar ofício de solicitação de credenciamento, formulário de informações
preenchido, cópia do estatuto social, comprovante do Cadastro Nacional de
Pessoas Jurídica (CNPJ), comprovante de endereço e documentos que atestem as
experiências exigidas. Formulários e as regras de credenciamento das entidades
sem fins lucrativos podem ser acessados no link a
Portaria nº 99, de 20 de setembro de 2013, do Ministério do Desenvolvimento
Social e Combate à Fome. Uma comissão da Secretaria Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional (Sesan) do MDS avaliará as solicitações. Os resultados
serão publicados nem uma área específica no
portal do Ministério. O credenciamento terá vigência de cinco anos e poderá ser
renovado mediante solicitação com 90 dias de antecedência. Os documentos serão
enviados para o endereço descrito logo abaixo. Endereço para envio: Ministério do Desenvolvimento Social e
Combate à Fome; Esplanada dos Ministérios, Bloco C, 4º andar sala 417, CEP
70046-900 - Brasília/DF; A Portaria 99 complementa o Marco Legal que instituiu
o Programa Nacional de Apoio à Captação de Água da Chuva e Outras Tecnologias
Sociais de Acesso à Água – Programa Cisternas. Entre os grandes avanços da
medida está a contratação direta de soluções tecnológicas de captação e
armazenagem de água para consumo humano ou para produção, desenvolvidas pelas
próprias comunidades, em conjunto com instituições locais não governamentais e
redes oficiais de pesquisa. “Com o novo modelo de contratação, vamos aumentar a
capacidade operacional do programa e consequentemente o cumprimento da meta de
universalização do acesso à água nas áreas rurais do Semiárido, estabelecida
pelo Plano Brasil Sem Miséria”, avalia o secretário de Segurança Alimentar e
Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos. A chamada pública de entidades
credenciadas substitui o processo licitatório. O Coordenador-Geral de Acesso à
Água do MDS, Igor Arsky, disse que a medida pode reduzir o período de
contratação de uma entidade executora em até sete meses. “O objetivo é tornar a
execução das obras mais rápida. Os parceiros precisavam contratar os executores
por licitação, o que durava uma média de dez meses. Agora, com o edital de
chamamento das entidades credenciadas, os recursos serão repassados na medida
em que os contratos forem sendo executados”. Programa Cisternas -
O programa Água Para Todos, do Plano Brasil Sem Miséria, tem a meta de
construir 750 mil cisternas de consumo até o final de 2014. Destas, cabe ao
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, por meio do Programa
Cisternas, construir 390 mil unidades de placas de cimento. Até agosto último
foram concluídas e entregues 224 mil cisternas de água para consumo. O MDS
dispõe de mais R$ 641 milhões para atingir a meta estabelecida no Plano Brasil
Sem Miséria. Assessora de Comunicação; Secretaria Nacional de Segurança
Alimentar e Nutricional
Deputado acusa Cartaxo de usar ‘máquina’
Deputado acusa Cartaxo de
usar máquina para recrutar filiados
Candidato a presidente do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT), o deputado federal, Luiz Couto, não está vendo com “bons olhos” a administração da prefeitura petista de João Pessoa, sob o comando de Luciano Cartaxo. Couto que está fazendo visitas às cidades do interior para convocar filiados a participarem do Processo de Eleições Diretas (PED) fez críticas a gestão de Luciano Cartaxo. Em entrevista à Rádio Caturité AM, de Campina Grande, ele revelou que os filiados têm reclamado de que toda a movimentação do partido acontece apenas em João Pessoa. Para ele, com o PED e com o 5º congresso nacional, que acontecerá em dezembro, será definido o programa de governo para 2014, tática eleitoral e políticas de aliança. Couto informou que o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, quer assumir a liderança do PT estadual, mas a militância partidária não concorda. Segundo o deputado, a máquina administrativa de João Pessoa está a serviço deste projeto e Luciano tem investido em alianças. Contrariando uma ala petista que faz ferrenha oposição ao Palácio da Redenção, Luiz Couto garantiu que vai continuar com o apoio que tem dado ao governador Ricardo Coutinho. Segundo ele, mesmo o PSB nacional tendo decidido entregar os cargos ao governo federal, a decisão não influencia na Paraíba. Ele fez questão de observar que a sua decisão de continuar apoiando o governo de RC não passa pela nomeação de cargos. - Fazemos isso independente de cargo. Achamos que o governo tem resolvido problemas e realizado ações importantes. Mas cumpriremos o que o 5 º congresso definir em dezembro. Parte do atual diretório quer antecipar algumas alianças e não querem discutir o próprio partido. Não podemos continuar do mesmo jeito que está, porque virou uma máquina burocrática e administrativa – ressaltou o deputado federal.
Fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20130923111027&cat=politica&keys=deputado-acusa-cartaxo-usar-maquinaCandidato a presidente do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT), o deputado federal, Luiz Couto, não está vendo com “bons olhos” a administração da prefeitura petista de João Pessoa, sob o comando de Luciano Cartaxo. Couto que está fazendo visitas às cidades do interior para convocar filiados a participarem do Processo de Eleições Diretas (PED) fez críticas a gestão de Luciano Cartaxo. Em entrevista à Rádio Caturité AM, de Campina Grande, ele revelou que os filiados têm reclamado de que toda a movimentação do partido acontece apenas em João Pessoa. Para ele, com o PED e com o 5º congresso nacional, que acontecerá em dezembro, será definido o programa de governo para 2014, tática eleitoral e políticas de aliança. Couto informou que o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, quer assumir a liderança do PT estadual, mas a militância partidária não concorda. Segundo o deputado, a máquina administrativa de João Pessoa está a serviço deste projeto e Luciano tem investido em alianças. Contrariando uma ala petista que faz ferrenha oposição ao Palácio da Redenção, Luiz Couto garantiu que vai continuar com o apoio que tem dado ao governador Ricardo Coutinho. Segundo ele, mesmo o PSB nacional tendo decidido entregar os cargos ao governo federal, a decisão não influencia na Paraíba. Ele fez questão de observar que a sua decisão de continuar apoiando o governo de RC não passa pela nomeação de cargos. - Fazemos isso independente de cargo. Achamos que o governo tem resolvido problemas e realizado ações importantes. Mas cumpriremos o que o 5 º congresso definir em dezembro. Parte do atual diretório quer antecipar algumas alianças e não querem discutir o próprio partido. Não podemos continuar do mesmo jeito que está, porque virou uma máquina burocrática e administrativa – ressaltou o deputado federal.
Lei do Acesso estimula denúncia
Veja
entrevista com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado André Carlo Torres
Pontes
Com a chegada da
Lei de Acesso à Informação, a população tem cada vez mais procurado os órgãos
de fiscalização para apresentar denúncias de irregularidades na administração
pública. No Tribunal de Contas do Estado, o setor encarregado de receber as
denúncias é a Ouvidoria, que funciona desde o ano de 2007. Atualmente o cargo
está sob a responsabilidade do conselheiro André Carlo Torres Pontes. Segundo
ele, em mais de 80% das denúncias registradas na Ouvidoria, as pessoas fazem
questão de se identificar, e o TCE se aparelha tecnologicamente para analisar
as denúncias em 90 dias no máximo. JORNAL
DA PARAÍBA- Desde a criação da ouvidoria no Tribunal de Contas, quais as
principais demandas registradas pelo órgão? André Carlo- A ouvidoria foi
criada justamente para formar esse elo entre o cidadão e o tribunal, aproximar
cada vez mais a sociedade do Tribunal de Contas e em conseqüência de sua
criação e sua divulgação desde a origem, as demandas que têm chegado ao tribunal
são de toda sorte. Com a entrada em vigor da lei de acesso à informação, tem a
ouvidoria ficada responsável pelo cumprimento dessa lei, tanto disponibilizando
para o cidadão, que requer informações do tribunal, quanto em relação às
informações Dos municípios e do Estado que são jurisdicionados do tribunal. JP - De que maneira as denúncias são
processadas pela ouvidoria? ENTREVISTADO-
Elas podem dar entrada através de telefone, de forma presencial. Ao chegarem ao
tribunal, elas são protocolizadas, recebem um número e o cidadão dispõe daquele
número para acompanhar o trâmite da denúncia que ele encaminhou. A partir daí,
ela segue o ritmo normal de apuração, com o estabelecimento do contraditório e
da ampla defesa, quando o fato assim requisita, até o seu julgamento final. JP- Quanto tempo o tribunal leva para
analisar as denúncias? ENTREVISTADO- Nós estamos trabalhando agora em
2013 com a meta de diminuir cada vez mais esse tempo, desde o protocolo da
denúncia até o seu julgamento. Nós trabalhamos com a meta prevista no
regimento, que é de 90 dias. Já estamos conseguindo julgar algumas denúncias
num prazo de quatro a cinco meses, o que já é um avanço para o que havia no
passado. Atualmente nós temos, segundo o novo modelo que foi implantado desde
abril de 2013, duzentas denúncias tramitando e a nossa meta é que consigamos
julgá-las o quanto mais rápido possível. JP- Quais são os alvos das denúncias? ENTREVISTADO- As denúncias
são veiculadas em relação a praticamente todos os jurisdicionados do tribunal.
O cidadão, com a liberdade e de acordo com as informações que ele pode captar
dos nossos bancos de dados e até do que a imprensa divulga por aí afora, ele
passa ter a possibilidade de se insurgir contra determinados atos administrativos
e denunciar ao tribunal. Os denunciados são os mais variados possíveis, desde o
governo do Estado até a prefeitura mais longínqua do estado da Paraíba. JP- A pessoa que faz a denúncia é obrigada a
se identificar? ENTREVISTADO- Não. Por incrível que pareça a maioria das
denúncias que chegam ao tribunal são identificadas quanto ao denunciante,
porque ele faz questão de se identificar. Para você ter uma ideia, esse ano,
por exemplo, nós temos a estatística no sentido de que em mais de 80% das denúncias
o denunciante faz questão de se identificar. Ele quer conseqüentemente que o
processo tramite com ele figurando como denunciante. Apenas um remanescente,
que chega a algo em torno de 15%, são denúncias em que a pessoa não quer se identificar
e o tribunal respeitam. Quando há indícios veementes de que a denúncia pode ser
processada, ela é processada no tribunal como inspeção especial. JP- Qual a estrutura que a ouvidoria dispõe
para atender às demandas da população? ENTREVISTADO- A ouvidoria dispõe
de uma sala no Tribunal de Contas. Ela conta com o seu coordenador geral,
o auditor de contas público Ênio Martins Norat, que exerce a coordenação da
ouvidoria com a maestria que lhe é peculiar, e conta também com um corpo de
servidores, que prestam apoio nos trabalhos da ouvidoria. Eu diria que é um
grupo ainda em formação, mas que desempenha com bastante eficiência e
efetividade os trabalhos que a ouvidoria os desafia a realizar. JP- Antes as denúncias eram remetidas para a
prestação de contas do gestor, mas agora elas são apuradas em processo
apartado. Com essa mudança, o senhor acha que melhorou o trâmite das denúncias?
ENTREVISTADO- Sem dúvida. O cidadão passou a obter do tribunal uma maior
transparência no curso que a sua denúncia toma quando aqui ingressa. Essa
providência possibilitou a ouvidoria instruir todo o processo de denúncia até
as vésperas do julgamento. Isso possibilitou que a denúncia assim caminhando em
processo apartado pudesse ter um curso mais célere, do seu início até o
deslinde final, que é o julgamento. JP-
Já chegou alguma denúncia de algo que não é da atribuição do Tribunal de
Contas, por desconhecimento do denunciante? ENTREVISTADO - Sim. Chegam
denúncias ao tribunal, como por exemplo, de aplicação de recursos federais.
Nesse caso, o papel da ouvidoria é justamente não receber a denúncia e orientar
o denunciante para que ele encaminhe o seu pleito ao órgão federal competente.
Já tivemos denúncia sobre crime e como o Tribunal de Contas não apura crime,
ele também orienta o denunciante a encaminhar a matéria ao Ministério Público
Estadual, a quem compete tomar as providências. Lembrando que muitas vezes o
próprio tribunal encaminha fatos que são relacionados a atribuições de outros
órgãos para que eles apurem, processem e julguem conforme as suas
atribuições. ENTREVISTADO- A
rigor os recursos pertencentes a Estado e municípios, atos de gestão de pessoal
irregulares, licitações, convênios, contratos, enfim, todos os atos que digam
respeito ao JP- E da parte do TCE,
quais são as suas atribuições para que a população não encaminhe denúncias que
não são de sua alçada? Manuseio de recursos estaduais ou municipais. JP- Existe uma ação no Supremo Tribunal
Federal questionando a nomeação de membros do Ministério Público de Contas para
compor os tribunais de contas. O senhor que é oriundo do MP como vê essa
questão? ENTREVISTADO - A nossa Constituição de 88 prevê que o colegiado
de contas seja composto de forma heterogênea, ou seja, quatro conselheiros
devem ser indicados pela Assembléia e três pelo governador. Dentre esses três
que o governador escolhe, um tem que ser da categoria dos auditores e um dentre
os procuradores do Ministério Público. Essa nomeação se dá na forma
constitucional e essa é a formação dos Tribunais de Contas. Acredito que a ação
impetrada perante o Supremo Tribunal Federal deve estar questionando matéria
estranha a essa questão, que está devidamente regulamentada na Constituição
Federal. Eu, por exemplo, sou egresso do Ministério Público. Eu compus uma ista
tríplice elaborada pelo tribunal, tive meu nome escolhido pelo governador, a Assembléia
Legislativa, após uma sabatina aprovou meu nome e eu fui nomeado e tomei posse
normalmente. E isso já ocorre em dezenas de tribunais de contas pelo país. JP- Como senhor vê a proposta de criação do
Conselho Nacional dos Tribunais de Contas, nos moldes do Conselho Nacional de
Justiça? ENTREVISTADO- É salutar. Dizem os estudiosos que a democracia
de um Estado se mede pelo controle que o Estado impõe sobre si próprio. Quanto
mais controle houver nas ações administrativas, maior será o grau de
democracia. Eu sou a favor do controle para que notadamente se atue com
harmonia, se atue dentro da legalidade e possa sempre. O órgão que atua em
favor da sociedade está sob a vigilância de um manto maior que possa corrigir
sua conduta. Isso é salutar na área do Judiciário, do Ministério Público
e para os tribunais de contas também será uma conquista social.
Fonte: Jornal da Paraíba
Sociedade civil se articula por assinaturas para reforma política
Os dirigentes dos
movimentos sociais, das igrejas e da sociedade civil como um todo vão
intensificar, esta semana, as suas articulações para a coleta de 1,5 milhões de
assinaturas de eleitores em situação regular para apoio ao Projeto de Lei nº
6316 de 2013, que já está depositado na Câmara dos Deputados. O presidente da
Câmara, deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN) prometeu ao
presidente da CNBB, d. Raimundo Damasceno, que se empenhará para que o projeto
seja incluído na pauta ainda este ano, para que possa estar aprovado antes das
eleições gerais de 2014. Entre os apoiadores do primeiro texto protocolado na
Câmara Federal estão personalidades diversas como Luiza Erundina, Arcelino
Popó, Antônio Brito, Nilmário Miranda, Romário, Ronaldo Caiado, Vicentinho e
Stepan Nercessian. A Igreja Católica recebeu a sugestão de políticos que apoiam
o projeto para que aproveitem a festa do círio de Nazaré que será realizada em
Belém/PA, na terceira semana de outubro próximo, para a coleta de assinaturas.
Nesse período, costumam participar da festa milhares de romeiros.
Fonte: www.cartamaior.com.br
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
PT AROEIRAS e GADO BRAVO SE DESTACAM EM ENCONTRO REGIONAL.
A reunião aconteceu neste domingo dia 22 de
setembro na Câmara Municipal de Boqueirão, onde ali estiveram várias cidades
representadas pelos presidentes e membros do Partido dos Trabalhadores e o
destaque maior foi para Aroeiras que apresentou um relatório positivo das ações
do Governo Federal no Município. O objetivo da reunião foi a de fazer um
balanço das atividades do PT nos municípios e empreender uma ação para a
realização do PED. Ali esteve presente o Deputado Luiz Couto que é um dos
candidatos a presidente estadual na Paraíba da legenda petista, João do Violão
por Aroeiras, Jairo, por Gado Bravo entre outros. Tanto Aroeiras como Gado
Bravo tiveram destaques pela luta em defesa das ações coletivas realizadas em
benefício da população mais pobre dessa região, principalmente através dos
movimentos sociais. O deputado Luiz Couto aproveitou para falar da sua proposta
de emendas parlamentares que garante aos Conselhos Tutelares de várias cidades,
condições básicas para que eles venham a realizar um trabalho digno. No na
emenda cada Município irá receber, cinco computadores, um veículos, bebedouro,
geladeira, entre outros materiais de expedientes, e Aroeiras foi contemplada.
Com um Kit. Reportagem “Caio Simplício”
PT deve enfrentar PSB em mais estados
Possível
candidatura do socialista Eduardo Campos à presidência da República muda
estratégia de petistas
São Paulo (Folha.com) - O
afastamento do PSB do governo federal em nome da candidatura de Eduardo Campos
à Presidência da República em 2014 poderá obrigar o PT a lançar mais nomes
próprios nas disputas estaduais do que o inicialmente planejado por seus dirigentes.
O rearranjo da estratégia deve ocorrer em Pernambuco, Estado governado por
Campos, no Ceará e no Espírito Santo, ambos também sob comando socialista. O
plano inicial do PT para essas três disputas era apoiar a eleição ou a
reeleição dos candidatos do PSB. Em troca, teria palanques locais fortes para a
campanha da presidente Dilma Rousseff à reeleição --uma das prioridades dos
petistas-- e participação relevante na composição local, seja como
vice-governador, seja com candidato ao Senado. A meta de um palanque forte por
Estado para Dilma corre risco com a confirmação da candidatura Campos. O temor
existe mesmo onde socialistas e petistas têm boa relação, como no Espírito
Santo. Na avaliação do PT, Campos teria meios para inviabilizar espaços para
Dilma nas campanhas locais. Restaria ao PT, dessa forma, lançar nomes próprios
e ir para o enfrentamento direto. Em Pernambuco, o deputado e ex-prefeito do
Recife João Paulo Lima e Silva passou a ser apontado como o petista com maior
probabilidade de assumir a tarefa de ser o candidato de Dilma a governador em
2014. “Devemos trabalhar com candidatura própria”, afirma o deputado Pedro
Eugênio, presidente do PT pernambucano. Outro caminho, diz, seria se aliar ao
PTB, sigla da base do governo federal que quer lançar o senador Armando
Monteiro Neto a governador. O PSB de Pernambuco não tem candidato natural.
Qualquer nome que for indicado por Campos, no entanto, tende a ser competitivo.
No Ceará e no Espírito Santo, os governados socialistas Cid Gomes e Renato
Casagrande defenderam dentro do PSB apoio à reeleição de Dilma. A dúvida é
saber se eles teriam força para manter essa posição durante a campanha de
Campos. Alternativas: Uma
alternativa possível para os petistas no Espírito Santo seria lançar o
ex-prefeito de Vitória João Coser a governador. “É o primeiro nome a ser
lembrado”, diz a deputada e ex-ministra Iriny Lopes, integrante do diretório
nacional do PT. Líder da bancada petista na Câmara dos Deputados, José
Guimarães, do Ceará, diz que ainda trabalha com a hipótese de união do PT com
Cid Gomes e o PMDB no Estado. Cid está no segundo mandato e também não tem
candidato natural à sucessão. No arranjo desejado por Guimarães, caberia ao PT
a vaga ao Senado, pleiteada por ele próprio. Mas se houver necessidade de um
palanque de emergência para Dilma, diz, ele mesmo sairia candidato ao governo
cearense. Em alguns outros Estados comandados pelo PSB, como Piauí e Paraíba, o
distanciamento entre petistas e socialistas já estava consumado antes do
desembarque do partido de Eduardo Campos do governo federal. Na Paraíba, o PT é
oposição ao governador Ricardo Coutinho, candidato à reeleição, e tende a
formar um bloco com o PP, do ministro Aguinaldo Ribeiro (Cidades), que pode ser
candidato. No Piauí, embora faça parte do governo de Wilson Martins, o PT já
programava lançar nome próprio à disputa de 2014. Será o líder do partido no
Senado, Wellington Dias.
Fonte:
Portal Correio da Paraíba, 23/09/2013
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