domingo, 25 de janeiro de 2015

Conta na Suíça liga Youssef ao escândalo das propinas nos trens de São Paulo

Na linha 15-Prata do Metrô está a estação Vila Prudente, listada na planilha apreendida com Youssef em março pela Polícia Federal, ao lado da cifra de R$ 7,9 milhões, de  propina para São Paulo

A força-tarefa que investiga a Operação Lava Jato encontrou movimentações financeiras em nome da multinacional canadense Bombardier nas contas usadas pelo doleiro Alberto Youssef na Suíça. É mais uma peça no quebra-cabeças de indícios e provas que o Ministério Público paulista tem de montar sobre o esquema de corrupção no Metrô.

Chamado pomposamente de cartel pela imprensa tucana, onde empresas combinavam preços nas licitações e pagavam propinas a autoridades do governo tucano de São Paulo nas gestões de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin.

Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

O barco da Marina sucumbiu, Luiza Erundina deixa grupo de Marina e critica apoio a Aécio

Três meses após a eleição presidencial, a ex-senadora Marina Silva, que chegou a liderar as pesquisas de intenção de voto, submergiu e viu o núcleo político de sua candidatura se esfacelar.

Os dois coordenadores da campanha de Marina, Walter Feldman e Luiza Erundina, afastaram-se da candidata e do esforço de criação de seu futuro partido, a RedeSustentabilidade.

A equipe que organiza a fundação da Rede também sofreu baixas. Um grupo de militantes rompeu com Marina e agora tenta criar outro partido, o Avante, inspirado no Podemos espanhol.

A ex-presidenciável não é vista em público há mais de um mês. Sua última aparição foi no lançamento de um conjunto de propostas do Instituto Democracia e Sustentabilidade, em 12 de dezembro.

Parte do isolamento de Marina deve-se à decisão de apoiar o tucano Aécio Neves no segundo turno da eleição presidencial, caminho que dividiu os marineiros. Para Erundina, a opção foi ‘equivocada’ e ‘incoerente’. (SUMIÇO INACEITÁVEL) 

‘Marina criticava a polarização entre PT e PSDB, mas decidiu aderir a um dos polos. Foi uma contradição com o discurso que ela fez na campanha’, afirma a deputada, que se aproximou dos dissidentes da Rede engajados na organização do Avante.

Erundina também critica o sumiço de Marina, que não compareceu nem às posses de aliados, como a do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB).

Para a deputada e ex-prefeita de São Paulo, quem recebeu 22 milhões de votos em outubro não deveria se omitir no momento em que o governo anuncia medidas impopulares, como o aumento de impostos e o corte de benefícios sociais. (Redação com Folha)

sábado, 24 de janeiro de 2015

Rádios comunitárias e desafios é tema de debate do encontro estadual de comunicação da ASA Maranhão


Ylka Oliveira – Asacom; São Luís – Maranhão; Mesa debate rádios comunitárias e seus desafios. | Foto: Ylka Oliveira/Asacom; Comunicação para uma vida digna no Semiárido maranhense. | Foto: Ylka Oliveira/Asacom

Conhecer e potencializar a comunicação popular e comunitária no Semiárido maranhense no trabalho em rede com a ASA Brasil. Com base nestes objetivos jornalistas, estudantes de comunicação, representantes do movimento Levante Popular da Juventude.

Quebradeiras de coco, representantes de sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Maranhão e a coordenação executiva da ASA naquele estado se reuniram nos dias 16 e 17, na capital São Luís. 

O debate sobre as rádios comunitárias e seus desafios também foi tema de discussão no encontro. O presidente de Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (ABRAÇO), Luís Augusto Nascimento, falou da experiência de criar as primeiras rádios comunitárias no Maranhão.

A exemplo da rádio Bacanga que existe há 16 anos. A rádio foi criada em uma área considerada de risco, numa localidade onde moram mais de 250 mil habitantes. A região é rodeada pelo complexo portuário do Itaqui e grandes empresas como a Petrobras e a Companhia Vale do Rio Doce.

Depois de ser fechada pela Anatel, passar um mês fora do ar, responder processos na justiça, a rádio conquistou a concessão pública em 2002. “Sofremos represálias de empresários que não queriam que a gente falasse de ônibus velhos, caindo aos pedaços.

Mas hoje comemoramos fazer transmissão ao vivo fazendo link para 60 rádios comunitárias. “O meio de comunicação embora não seja bem visto pelos ditos ‘donos da mídia’ são meios de comunicação, quer seja na frequência modulada ou por alto falantes”, disse Luís Augusto. 

Para a quebradeira de coco de Babaçu, do município de Chapadinha, Gracilene de Jesus Almeida Cardoso, participar do encontro é uma oportunidade de aprender mais sobre a comunicação e seus direitos de cidadã.

“Esse encontro veio para aumentar meus conhecimentos. Descobri que existem leis e que podemos ir atrás dos nossos direitos. A rádio mesmo avisa tudo a todo mundo. “E a comunicação é o carro-chefe de nossos trabalhos”, avalia.  

A programação também contou com mesa temática sobre a comunicação para uma vida digna no Semiárido. O debate contou com a participação do jornalista das Comunidades Eclesiais de Base (Cebs), Ramon Alves, a jornalista da Assessoria de Comunicação da ASA Brasil, Ylka Oliveira, e mediação do blogueiro Alexandre Pinheiro.

A mesa apresentou uma retrospectiva da chegada dos meios de comunicação no país, a tentativa de se estabelecer medidas para a área como a criação da Empresa Brasil de Comunicação no período do governo Lula (PT), e um panorama dos veículos de comunicação no Maranhão e o domínio das concessões públicas por políticos locais.

 “A rádio comunitária é um veículo de transformação social. Quando ela entende seu papel pode cobrar de prefeitos e vereadores na sua cidade”, conclui o locutor de rádio comunitária Neuton Cesar. 

Políticas sociais brasileiras atraem delegações de 92 países

Desde 2011, Brasil recebeu 345 missões interessadas no intercâmbio de experiências em desenvolvimento social. O sucesso das políticas brasileiras de proteção social e os avanços na redução da pobreza têm atraído cada vez mais.

Países interessados em reduzir as desigualdades. Entre 2011 e 2014, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) receberam 345 missões de 92 países. Desse total, 95% vieram de países em desenvolvimento. 

As delegações estrangeiras querem aprender com a experiência em política social do Brasil, incluindo lições sobre o que funcionou e a maneira como as soluções inovadoras do programa Bolsa Família e do Plano Brasil Sem Miséria foram colocadas em prática. O resultado dessas políticas articuladas foi a superação da extrema pobreza em termos de renda no país.
 
Trinidad e Tobago, por exemplo, foi um dos países com interesse no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, instrumento que, além de identificar e caracterizar os brasileiros mais pobres, permite ao poder público agir para diminuir sua pobreza, nas várias dimensões em que ela se manifesta. 

“O Cadastro Único é uma das chaves do sucesso da estratégia de combate à pobreza, porque as informações são usadas não apenas para os programas do MDS, mas também para os programas de outros ministérios e dos governos estaduais e municipais”, explica Cláudia Maciel, chefe da Assessoria Internacional do MDS.

Já os representantes de Cuba vieram ao Brasil conhecer aspectos da transparência e do controle social do Bolsa Família. Também demonstraram interesse pela forma como é feito o pagamento do programa, diretamente aos beneficiários por meio de cartão bancário, e pelo impacto positivo no crescimento econômico – cada real investido no Bolsa Família estimula um crescimento de R$ 1,78 no PIB.

O interesse internacional e o sucesso dos programas brasileiros fizeram com que o Brasil fosse escolhido pelo Banco Mundial para sediar uma das experiências de plataformas virtuais de conhecimento promovidas pelo organismo, a World Without Poverty (Mundo sem Pobreza). 

A WWP elabora documentos e produz material multimídia sobre o desenho, a implementação e os instrumentos inovadores de gestão de diversos programas e ferramentas sociais, e possibilita o compartilhamento, com o resto do mundo, de lições extraídas da experiência brasileira.

A iniciativa resulta da parceria entre o MDS, o Banco Mundial, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (International Policy Centre for Inclusive Growth - IPC-IG).

Cooperação – Segundo Cláudia Maciel, com a vinda das delegações, foi possível firmar acordos de cooperação técnica, em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e a Coordenação-Geral de Ações de Combate à Fome (CGFOME) do Ministério das Relações Exteriores.

Entre 2011 e 2014, foram nove projetos de cooperação bilateral, dois projetos de cooperação trilateral, com intermediação da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT), e um projeto de cooperação com o Instituto Social do Mercosul (ISM). 

Um deles é o PAA África, iniciativa inspirada no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do MDS que compra alimentos produzidos pela agricultura familiar para a merenda escolar. O projeto ajuda países africanos a aproveitar a experiência brasileira de segurança alimentar e nutricional para o desenho de suas próprias estratégias de desenvolvimento. 

Além dos projetos de cooperação, o MDS promove seminários internacionais para atender à demanda crescente dos países pelas tecnologias sociais brasileiras. Desde 2012, já foram promovidas nove edições do seminário “Políticas Sociais para o Desenvolvimento”, com a participação de 66 delegações de 47 países.

Durante o evento, os estrangeiros têm a oportunidade de visitar propriedades da agricultura familiar e bancos de alimentos, além de conhecer equipamentos relacionados aos programas sociais, como os Centros de Referência de Assistência Social (Cras). 

Fonte: Ascom/MDS

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Festa do cordel em Itabaiana/PB

Neste sábado, 24 de janeiro, serão instalada a Academia de Cordel do Vale do Paraíba, na cidade de Itabaiana, Paraíba, às 20 horas, na Casa de Recepção Finesse. 

A entidade congregará poetas cordelistas dos Estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Entre os membros, estão os poetas Sander Lee, Fábio Mozart, Antonio Costta, Bob Motta, Valbam Lopes, Pádua Gomes Gorrion, Luciene Soares, Lorena Alysson, Eduardo Viana, Heleno Alexandre, Biu Salvino, Josafá De Orós, Rui Vieira, Sander.

Brown, Carlos Aires, Orlando Otavio, Vavá da Luz, João Bernardo da Silva, Agenor Otávio, Evânio Teixeira, Beto Lucena e outros. O evento abre as comemorações de 150 anos de nascimento do poeta popular paraibano Leandro Gomes de Barros, considerado o pai da literatura de cordel.

Participarão da festa do cordel o Secretário de Estado da Cultura da Paraíba, Lau Siqueira, o Presidente da Academia Paraibana de Letras, Damião Ramos Cavalcanti, a Presidente da Academia Feminina de Artes e Letras da Paraíba, Bernardina Freire.

A pesquisadora de Literatura de Cordel da UFPB, Beth Baltar, a Chefe da Divisão do IPHAEP, Rosane Coutinho Pereira Lacet e o Presidente da Associação dos Aposentados dos Correios, Valdemir Almeida, além do jornalista Dalmo Oliveira, representando o Coletivo de Jornalistas Novos Rumos.

A atividade tem apoio da Fundação Casa de José Américo, de João Pessoa, e Secretaria Municipal de Cultura, além do Ponto de Cultura Cantiga de Ninar. Na ocasião, o xilogravurista Josafá de Orós fará exposição de gravuras de paraibanos ilustres, que fazem parte do projeto  “Paraíba Grandes Nomes:

“A Xilogravura e o Cordel, Apresentando Importantes Personalidades do Estado”. Também será relançado o cordel “Biu Pacatuba, um herói do povo paraibano”, de Fábio Mozart, ganhador do Prêmio Patativa de Assaré, do Ministério da Cultura.

Entre os objetivos da Academia, está o de fomentar a cultura do cordel, através de oficinas para poetas, estudantes e pesquisadores, como também promover a publicação de novos títulos para enriquecer o universo da Literatura de Cordel.

“Convidamos o povo da Paraíba para o grande recital de cordel, sendo este ato o primeiro evento do ano para comemorar o sesquicentenário de Leandro Gomes de Barros, pombalense considerado o pai da literatura de cordel”, disse Sander Lee, presidente da entidade. Contato: (83) 9628.4756

Fonte: Fábio Mozart e Sander Lee, organizadores da Academia

ONU e Brasil se mobilizam pelos recursos hídricos

Neste ano, Dia Mundial da Água terá como tema “Água para Nosso Futuro”. Em 2018, evento será comemorado em Brasília.

A Agência das Nações Unidas para Assuntos sobre Água Doce e Saneamento anunciou, na terça-feira (20), o tema que vai pautar o Dia Mundial da Água. Comemorado internacionalmente em 22 de março, o evento terá como tema “Água para Nosso Futuro”.

O Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos. Neste ano, o evento será realizado na Coreia do Sul, em duas cidades: Daegu e Gyeongbuk. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), o assunto que pautará as discussões sobre recursos hídricos em todo mundo em 2015 será “Água e Desenvolvimento Sustentável”.

Em 2018, a comemoração do Dia Mundial da;Água terá Brasília como sede. A escolha da capital federal aconteceu em fevereiro de 2014, durante a 51ª Reunião de Governadores do Conselho Mundial da Água (WWC), em Gyeongju, na Coreia do Sul.

O Dia Mundial da Água é celebrado mundialmente desde 1993, após ser formalmente recomendado pela ONU durante o Rio-92, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

A partir de então se estabeleceu a tradição de a ONU escolher um tema anual para conduzir os eventos sobre a água. O intuito é, segundo a ANA, fazer com que a abordagem dos problemas relacionados aos recursos hídricos ganhe visibilidade e agreguem-se às mobilizações civis, atraiam cientistas e usuários do recurso natural.

A ONU ainda definiu outros temas para as discussões até o encerramento do ano. Entre eles estão “Água e Energia”, “Cooperação pela água”, “Água e segurança alimentar”, “Águas transfronteiriças”, “Saneamento”, “Água limpa para um mundo saudável”, “Lidando com a escassez de Água” e “Água para as cidades: respondendo ao desafio urbano”.

Brasília - A campanha brasileira que resultou na escolha de Brasília para sediar a FMA 2018 teve como tema “Compartilhando Água”. A ideia é que o tema dê continuidade aos debates já realizados sobre os desafios do setor de recursos hídricos.

A ANA informou ainda que uma equipe de avaliadores estivesse em Brasília em agosto de 2013. O relatório produzido pelo grupo abordou temas como infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, rede hoteleira e local para realização do fórum, e serviu de suporte para que a escolha da cidade.

Fonte: Por Márcio de Morais, da Agência PT de Notícias

Agricultores e agricultoras de Assú visitaram tecnologias sociais e experiências agroecológicas no município de Campo Grande

Marta Vick - comunicadora popular da ASA; Mossoró | RN; O intercâmbio aconteceu no dia 16 de janeiro | Foto: arquivo Coopervida

Com o objetivo de trocar conhecimentos e adquirir novas experiências, agricultores e agricultoras das comunidades de Limoeiro, Bom Lugar, Palheiros, Sitio Belo Monte, Sitio Simão e P.A Nova Quixabeirinha.

Ambas do município de Assú/RN participaram no dia 16 de janeiro de um intercâmbio intermunicipal, do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) financiando pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), no município de Campo Grande/RN.

O intercâmbio foi promovido pela COOPERVIDA e teve a colaboração do Centro Sertão Verde, que disponibilizou o seu animador de campo Miclean, onde este apresentou experiências que levaram a observar as tecnologias sociais que vem ajudando na convivência com o Semiárido e viabilizando condições de produção para os agricultores e agricultoras. 

As visitas aconteceram na experiência de seu Antônio, agricultor experimentador conhecido como o “Jovem”, morador da comunidade rural de Timbaúba. Fruto do Projeto Juventude Rural do Dom Helder Câmara, Jovem produz batata, macaxeira, tomate, alface, mamão, milho, coentro, pimenta, coco, pinha, manga e outras frutas e verduras em seu sítio.

O agricultor vende seus produtos na feira da cidade e nos sítios vizinhos.  Nessa experiência os agricultores perceberam a importância da agricultura familiar que traz diversidade de produção, evitando pragas e preservando os nutrientes da terra.

Outra visita realizada foi a experiência de Dona Nice. A agricultora tem em sua propriedade uma área produtiva diversificada, com a presença de pés de coqueiro, onde a mesma fez questão que os agricultores e agricultoras visitantes provassem o quanto era doce ás águas do coco. Tem em sua propriedade ainda, hortaliças e plantas medicinais.

Toda essa área produtiva foi sendo construída pouco a pouco pela agricultora. “Nunca tive medo de trabalhar, faço porque gosto não me vejo fazendo outra coisa, passo o dia aqui mexendo no meu quintal. Isto me deixa feliz.” argumentou. Dona Nice tem ao lado de sua casa uma cisterna calçadão e aproveita a água acumulada para potencializar o seu plantio.

Anna Catarina, animadora de campo do P1+2, ressaltou a importância das famílias começarem a fazer experimentos em sua propriedade, e atentar á formas em que não seja necessário o uso de agrotóxicos para o controle de pragas.

“Agora vocês serão agricultores e agricultoras experimentadores/as e não têm uma receita pronta. Temos que ser experimentadores, ou seja, se alguma coisa deu errado, eu não posso fazer pela segunda vez, tenho que aprender com o que não deu certo para conseguir ir melhorando cada vez mais.”, afirmou.

Já a agricultora Teresinha Nogueira da Silva, do Sitio Belo Monte, afirmou que ficou surpresa com o bom uso que eles fazem da terra “este intercâmbio foi uma lição de sabedoria para nós, aprendemos como lidar com a seca e tirar o fruto da terra, voltamos para casa com vontade de fazer tudo que vimos.”, finalizou. 

E para finalizar as visitas, o animador do Núcleo Sertão Verde, levou os agricultores e as agricultoras para conhecer o Mirante do Morcego, localizado na comunidade rural de Morcegos. Mostrando mais uma alternativa para ser realizado em áreas rurais. O Mirante se destaca pela possibilidade em se fazer turismo rural, prática pouco difundida ainda na região. 

As famílias visitantes se alegraram com o que viram e ficaram cheios de vontade de começar a produzir de forma agroecológica, tendo em vista que, a troca de experiências contribuiu para que os agricultores/as e técnicos/as apresentassem diversas dicas e receitas relacionadas a produção agroecológica.

Fonte: http://www.asabrasil.org.br/