quarta-feira, 22 de abril de 2015

Luiz Couto relata difamação contra nordestinos e pede providência

O deputado Luiz Couto (PT-PB) registrou, no plenário da Câmara Federal, e-mail denunciando mais uma publicação de injúria racial contra os nordestinos, no Facebook.

Couto disse que, desta vez, o desrespeito ao povo do Nordeste manifestou-se através da agressão contra um senhor por nome de Lucio Vilar. “Ele me repassou um bate-papo, onde um homem identificado por Gabriel Paulo usa termos absurdos”.

“Seu Paraíba pobre, burro e fudido! Nunca Será, seu Miserável, ignorante, comedor de areia! Petista imbecil! Vai aprender a ler filho da p.....antes de sair procriando que nem rato! Volta para sua terra miserável!!! Nordestino filho da p!

Aposto que vive de migalha do governo. Babão, comedor de areia. Nunca Será! Zé Povinho! “Gentalha como você tem que ser exterminado pra não procriar”.

“Estas foram a palavras proferidas por esse tal de Gabriel”, bradou Luiz Couto, com ar de indignação. Por isso, acrescentou, repudio toda e qualquer violência contra os nordestinos e peço as providências para coibir este terrível crime.

“O nosso país precisa acabar, de uma vez por todas, com essas atitudes que vêm invadindo nossas redes sociais nos últimos meses”, completou.

Fonte: Ascom do Dep. Luiz Couto

terça-feira, 21 de abril de 2015

Ricardo Coutinho volta a demonstrar inconformismo com postura de adversário

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), criticou duramente o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), durante o programa radiofônico Fala Governador, transmitido na tarde desta segunda-feira (20) para uma rede de emissoras.

Coutinho disse que o senador tucano está completamente equivocado e está fazendo uma má política, ao propor o fim do programa Mais Médicos, do Governo Federal.  Em tom de desabafo, Ricardo se posicionou contra as declarações do senador tucano.

“Sinceramente, eu fico indignado com esse tipo de comportamento, pois só nos leva a perceber na população uma incredulidade e uma diminuição da credibilidade em relação até a própria política”, disparou. Segundo o Chefe do Executivo paraibano, o Mais Médicos é uma conquista de toda a sociedade brasileira.  

“Hoje você não pode mais tirar esse programa, o Mais Médicos é um programa fundamental e que foi aberto primeiro para os médicos brasileiros, agora mesmo tem um edital para os brasileiros, quando não preenche são aproveitados médicos cooperados de outros países, dos quais, nenhum tem a capacidade de exportar tantos médicos quanto Cuba tem.

pois tem um potencial altíssimo de médicos bem formados, dito generalistas aqueles que vêem como um todo, não sendo especialista de uma coisa ou outra, sendo médicos de saude publica que exporta essa mão-de-obra para o mundo todo”, enfatizou o socialista.  

Ricardo lembrou que uma grande margem de médicos cubanos está na Venezuela e que no Brasil o número chega a onze mil profissionais, além médicos brasileiros que se formaram na Ilha de Fidel Castro.  

“Essas pessoas estão trabalhando dentro dos Psfs atendendo de domingo a domingo, eu ando muito e converso muito e sempre pergunto: como está o atendimento? As pessoas dizem que é bacana e que encontram a doutora fulana toda hora.

São pessoas que se envolveram com a comunidade e não saem da cidade, inclusive nesta terça recebo o Consul de Cuba e vamos tratar de outras coisa obviamente, relações comerciais.

E esse processo que Cuba passa é importante e com esse fim do bloqueio vai ter capacidade de abrir suas portas para alguns negócios e empresários da Paraíba estão com interesse de vender pra lá”, frisou, lembrando que o Governo da Paraíba tem uma relação bastante conceituada com o país.  

Para o governador o Mais Médicos resolve uma lacuna importante na saúde do Brasil.  “Além da postura do Governo da Paraíba em defender o Mais Médicos e eu sei o quanto isso é imporante!”, destacou. ENTENDA: Os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Aloysio Nunes (PSDB-SP), apresentaram em reunião no último dia 26 no Senado Federal. 

O Projeto de Decreto Legislativo 33/2015.O projeto que está em tramitação na Comissão de Constituição de Justiça do Senado pode invalidar o termo de cooperação firmado pelo Ministério da Saúde com a organização Pan-Americana de Saúde, que garante a participação de médicos cubanos no Programa Mais Médicos. (PB Agora)

Fonte: http://www.pbagora.com.br/

Presidente do PT-PB diz que postura de Anastácio e Anísio não possui relação com o pensamento da maioria do partido

Charliton Machado destaca que o momento atual deve ser de união das forças progressistas contra o conservadorismo da direita golpista

Nesta segunda-feira, 20, a imprensa paraibana divulgou a notícia de que os deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT-PB), Frei Anastácio e Anísio Maia,  teriam assinado o pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito.

Uma (CPI) na Assembleia Legislativa para apurar supostas irregularidades no Empreender Paraíba. O presidente do PT estadual, Charliton Machado, destacou que a postura adotada pelos parlamentares não representa a direção do partido.

“A presidência do PT da Paraíba discorda da posição adotada pelos dois deputados em assinar essa CPI que foi criada por partidos adversários ao nosso projeto político estadual, pois, somos aliados ao PSB e participamos do governo”, enfatizou.

Charliton Machado ainda ressaltou que o momento é de unir as forças progressistas e não afastá-las, principalmente na atual conjuntura, em que estão em pauta as grandes bandeiras nacionais: “neste sentido estamos juntos e aliados ao governador Ricardo Coutinho”.

“Essa foi uma postura dos dois deputados isoladamente, sem qualquer orientação do Partido dos Trabalhadores e da sua direção no estado. O importante é que a bancada do PT esteja unida para que o Estado avance nas grandes políticas demandadas pela sociedade, tais como, a melhoria na educação.

O investimento na saúde e em outros grandes projetos estruturantes e que, sobretudo, se coloque à disposição para construir de forma mais efetiva e exitosa, a relação entre o Governo Federal e Estadual, em prol da maioria do povo paraibano.

Esse movimento de criar uma CPI do Empreender Paraíba caracteriza-se como um movimento golpista capitaneado pelo PSDB, visando tão somente desestabilizar o governo Ricardo Coutinho e a sua administração”, finalizou.

Fonte: Imagística https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gifComunicação e Assessoria

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Encontro Territorial na Bahia discute Terra, Água e Produção

Vanderleia Costa; Encontro teve participação de famílias agricultoras e representantes das Comissões Municipais e entidades que atuam no território do Oeste da Bahia | Foto: Arquivo Acefarca

Debates, avaliação, contextualização, troca de experiências, disseminação do conhecimento impulsionaram o Encontro Territorial da Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), realizado pela Associação Comunitária da Escola Família Agrícola Rural de Correntina e Arredores (Acefarca), como uma das atividades executadas pelo Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2).

O encontro, realizado nos dias 9 e 10 deste mês, no município de Santana na Bahia, foi um momento ímpar para as famílias, comissões municipais da ASA e entidades, que discutiram, avaliaram e planejaram novos passos para dar continuidade à caminhada por Semiárido cada vez mais solidário e participativo.

Com o tema “Terra, água, produção, direito do cidadão”, o encontro foi marcado por uma diversidade de conteúdos que compreenderam o tema central. Dando enfoque a questão do acesso a terra, Abeltânia Souza, agente da Comissão Pastoral da Terra (CPT) do Oeste da Bahia, relatou algumas questões referentes ao tema, como a distribuição de terras no Brasil e as desigualdades causadas por esse fator.

Aimportância do bioma Cerrado para a nossa região, apresentando estatísticas que demonstram a destruição e o desmatamento desenfreados desse bioma nos últimos anos; dados do trabalho escravo e a grilagem de terras em várias regiões do Brasil; conflitos de terras existentes no oeste da Bahia, destacando a luta diária enfrentada pelos trabalhadores rurais dos fundos de fecho de pasto.

Sobre a temática da produção, Valmir Nascimento, representante do Movimento Estadual de Trabalhadores Acampados, Assentados e Quilombolas da Bahia (Ceta), enfatizou a agroecologia como alternativa sustentável, destacando a importância da produção agroecológica nas comunidades, para a garantia da segurança alimentar e nutricional das famílias. Defensivos naturais, agrotóxicos e preservação das sementes crioulas, também foram assuntos debatidos e facilitados pelo assessor.

Após todas essas discussões e enriquecimento de conhecimentos, os participantes fizeram uma visita de campo na propriedade de Zenilda Lima e Antonio Naziozeno, na comunidade de Atoleiro, município de Serra Dourada. 

A família é um exemplo de quem produz de forma orgânica com orgulho e dedicação. Na propriedade, os participantes do encontro puderam trocar experiências com a família e conhecer o local que possui uma diversidade de frutíferas, hortaliças, ervas medicinais, plantas ornamentais, além da criação de animais de pequeno porte.

Zenilda deixa claro em sua fala, o quanto a família preza pela produção totalmente orgânica na propriedade: “Aqui a gente não deixa entrar nenhum tipo de veneno. Quando precisa, eu mesmo faço os remédios pra jogar nos pés de frutas e nas hortas. Eu faço com ninho, cinza, pimenta, eu sempre usei esses remédios naturais, pois é diferente, não prejudica nossa saúde, nem as plantas. E as pessoas que compram perguntam se é tudo natural.”

Com inúmeras possibilidades de discussões geradas a partir do tema central, o encontro territorial também foi um momento para fazer uma retomada histórica da ASA e sua caminhada durante esses 15 anos. Posteriormente, foram apresentados e debatidos alguns itens sobre o Projeto de Lei de Convivência com o Semiárido.

Quem facilitou essas discussões foi Liliane Oliveira e Maria da Glória, representantes da Rede de Organização em Defesa das Águas (Roda). Tivemos ainda a contribuição de João Trajano.

Representante da Central de Associações de Santana, que ressaltou a importância das comunidades organizarem suas associações para facilitar o acesso a alguns programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE

Fonte: http://www.asabrasil.org.br/

Sindicalistas rurais reivindicam construção de cisternas e mobilização de convivência com o semiárido

Os sindicatos dos trabalhadores rurais paraibanos têm importante papel a exercer no processo de construção de cisternas, no conjunto das implementações hídricas e nas diversas ações estruturadoras para o fortalecimento da agricultura familiar na dinâmica de mobilização para a convivência com o semiárido.

Essa afirmativa foi manifesta pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Veirópoles, Sertão paraibano, Joaquim Nunes Gadelha, em uso da palavra durante o encontro dos sindicatos dos trabalhadores rurais cutistas, acontecido em Campina Grande.

na última sexta-feira(10), e em entrevista concedida ao Stúdio Rural e transmitida no Programa Domingo Rural e Esperança no Campo da Rádio Queimadas FM e Rádio Serrana de Araruna do último sábado e domingo, dias 11 e 12 de abril, respectivamente.

“Isso é uma realidade porque centralizam os recursos das cisternas e não é de agora, fica apenas junto a ASA e outras instituições em que eles centralizam o poder de organização e distribuição deles fora de nossa distância, um exemplo é Veirópoles que é uma cidadezinha do auto sertão.

No pé de uma serra, ou nós dependemos de Aparecida ou de Cajazeiras para que as cisternas e as ações possam chegar e na verdade pedidos foram feitos, mas nós não sabemos nem a quantidade de recursos que chegam para a construção dessas cisternas e de que forma essa distribuição é feita, daí a gente faz os pedidos dela, manda para a ASA como a gente mandou.

já mandei para o MDA também e até agora nós não temos uma solução e nem sabemos pra onde devemos e ou a quem devemos cobrar. Então é preciso descentralizar isso, porque se o sindicato de Aparecida pode administrar os recursos para a construção de cisternas junto com a ASA e por que não o de Veirópoles? Qual a diferença? Nós vamos fazer os mesmos procedimentos e prestar contas do mesmo jeito.

Agora nós não podemos é ficar dependendo apenas de duas instituições para coordenar no estado inteiro a distribuição dessas cisternas quando na verdade está longe de atender a realidade da nossa região, é isso que nós não aceitamos e vamos lutar para que realmente o governo possa ver isso.

Os representantes do governo vejam que essa centralização está prejudicando, em muito, a questão dos nossos agricultores que precisam da construção dessas cisternas”, argumenta Joaquim ao dialogar com nossa equipe via emissoras e advertir o conjunto das representações presentes no encontro.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Cuité, Everaldo Andrade Costa, disse entender como possiblidade de tornar o trabalho eficiente e informou que na região de Cuité o trabalho está sendo feito pela ONG CEOP, de Picuí, conveniando um grande conjunto de municípios de toda aquela região do Curimataú.

“Aqui nós fazemos nosso trabalho através da CEOP, são muitos municípios através de seus sindicatos, uma exceção é Baraúnas em que a gestora faz diálogo com agentes de saúde, associações dentre outras buscando fazer com que o trabalho não pare”.

Explica aquela liderança ao dialogar com Stúdio Rural e dizendo acreditar que, com a intervenção do sindicato no trabalho em cada município, muito mais famílias serão atendidas num menor espaço de tempo.

Paulo Medeiros Barreto é presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Barra de Santana, Cariri Oriental, participou do encontro e, ao dialogar com nossa equipe, disse acreditar que os sindicatos dos trabalhadores rurais já contam com excelente.

Quando de componentes capacitados para trabalhar da questão previdenciária a todas as outras ações que digam respeito a melhor qualidade de vida dos agricultores e agricultoras na dinâmica da convivência com o semiárido e garante que naquela região.

Nenhum sindicato está trabalhando a gestão de recursos dentro do processo de construção dessas implementações o que tem atrasado o processo de universalização dos recursos hídricos. “Aqui nessa região nós não temos sindicatos desenvolvendo a gestão desse trabalho e temos toda possiblidade de prestar um excelente trabalho”, justifica Barreto.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Na terra, na água e em nossa comida

Caros amigos do Brasil

Os maiores cientistas do mundo lançaram um alerta: o herbicida mais utilizado no planeta provavelmente causa câncer! A Monsanto, produtora do herbicida, está exigindo que a Organização Mundial de Saúde (OMS) volte atrás sobre o alerta e, segundo especialistas, a única maneira de garantir que a ciência não seja ignorada é com pressão popular por ações imediatas das autoridades.

O sistema que regula agrotóxicos é conhecido por ser sigiloso e influenciado pela indústria de produtos agroquímicos, mas temos um momento único para agir: o uso do herbicida "glifosato" está sendo reavaliado no Brasil, e há processos semelhantes em andamento nos Estados Unidos, Canadá e Europa. Na Holanda, Sri Lanka e El Salvador, os reguladores já pensam até em proibir o produto.

Monsanto está em pé de guerra. O glifosato é a base do Roundup, um dos principais herbicidas do império de produtos geneticamente modificados da empresa, e gera US$ 6 bilhões por ano. A Monsanto diz que o alerta da OMS ignora estudos que mostram que o glifosato é seguro.
Entretanto, os cientistas que fizeram o relatório são os melhores da área – são 17 dos melhores especialistas em oncologia do mundo, e não um bando de loucos! Eles revisaram estudos independentes, com exceção de pesquisas feitas pelas próprias empresas que buscam aprovar seus produtos.
Já os reguladores, por outro lado, baseiam-se principalmente em testes feitos pelas empresas vendedoras dos venenos! Além disso, resultados importantes são mantidos em segredo, pois contêm "informações comerciais confidenciais", e, no Brasil, a influência dos lobistas e os orçamentos apertados das agências reguladoras limitam a capacidade do país para aplicar a regulamentação dos agroquímicos.
É justamente por isso que depende de todos nós garantir que este relatório independente – e importantíssimo – não seja ignorado. Alguns países já começaram a proibir o glifosato. Agora com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, União Europeia, Canadá e o Brasil também estão reavaliando o seu uso, temos uma chance única de virar o jogo.
Há cinquenta anos, o pesticida DDT da Monsanto era usado em toda parte, até que o famoso livro "Primavera Silenciosa" mostrou que o DDT poderia causar câncer. Uma década depois, o veneno foi banido. Se o glifosato também pode nos matar, não vamos permitir que seja vendido por mais dez anos.
Não é a primeira vez que fazemos isso: na União Europeia, ajudamos a conseguir uma moratória contra neonicotinóides matadores de abelhas e a deter uma mega-fábrica de sementes da Monsanto na Argentina. 

Agora vamos proteger nossa saúde e garantir que não estamos sendo usados como ratos de laboratório. Este pode vir a ser um momento de avanço na luta pela agricultura segura e sustentável que o nosso mundo precisa.

sábado, 18 de abril de 2015

Promotor aponta superfaturamento de R$ 110 milhões no propinão dos trens tucano

O promotor de Justiça Marcelo Mendroni aponta superfaturamento de R$ 110 milhões em três contratos da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), firmados em 2007 e 2008, governo José Serra (PSDB).

"As empresas só montam cartel para superfaturar contratos. No caso desses três contratos, que somam R$ 550 milhões, em valores de 2007, estimamos que o superfaturamento tenha sido de 20%, ou R$ 110 milhões", disse Mendroni nesta sexta feira, 17.

Especialista em investigações sobre carteis, Mendroni já apresentou anteriormente à Justiça de São Paulo cinco denúncias relativas a contratos da CPTM e do Metrô, nos quais cita 34 executivos de multinacionais e também de empresas nacionais.

A acusação divulgada nesta sexta feira, 17, se refere a contratos da CPTM, três ao todo, firmados no governo José Serra (PSDB). O ex-governador não é citado na denúncia.

A investigação teve início a partir do acesso a e-mails dos executivos interceptados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), órgão antitruste do governo federal. Com autorização judicial, em maio de 2013, o CADE fez buscas nos endereços de 18 empresas, entre elas gigantes multinacionais, e copiou as correspondências que versam sobre combinações em licitações.

"As pessoas que foram denunciadas foram citadas a partir de e-mails que recebemos da superintendência do CADE. Confrontamos o que foi combinado com o andamento das licitações e para termos certeza que de fato houve uma ação de cartel".

Relata o promotor, que atua no Grupo Especial de Delitos Econômicos (GEDEC), Mendroni pede a condenação dos executivos por crimes contra a ordem econômica e a administração pública. Outro denunciado, Reynaldo Rangel Dinamarco, que presidia a comissão de licitações da CPTM na ocasião, é acusado de crimes contra a administração pública por três vezes.

Segundo o promotor "há mais pessoas que também receberam e-mails tratando da combinação dos resultados, mas não foi possível levantar provas contra elas".

"Estou convencido que outras empresas, como a Siemens, também participou do cartel, mas não foi possível obter provas contra executivos dela", disse o promotor, referindo-se à multinacional alemã que denunciou o cartel metroferroviário em São Paulo, por meio de acordo de leniência firmado em maio de 2013 com o CADE.

O promotor assinala que "as datas das licitações e dos julgamentos favoreceram a ação que havia sido combinada"."Por isso que o presidente da comissão de licitações da CPTM também foi denunciado. Ele foi ouvido por mim e negou as informações." Informações Estadã

Fonte: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/