Candidato a presidente do PT defende que Charliton fique neutro em disputa pela presidência em CG

Candidato
a presidente
municipal do Partido dos Trabalhadores em Campina Grande, o professor Hermano Nepomuceno,
que disputará o segundo turno das eleições
do Processo de Eleições Diretas (PED) no próximo domingo, contra o suplente de
deputado estadual, Peron Japiassú, está pregando que o presidente estadual
recém-eleito do PT, Charliton Machado, não deva declarar apoio a nenhum dos
dois candidatos na Rainha da Borborema. O professor salientou que
já pediu apoio para alguns ex-candidatos, que não tiveram êxito no primeiro
turno do PED. Além disso, ele reforçou o pedido para os 2.100 filiados do
partido possa votar no segundo turno, já que no anterior só compareceram 900
petistas. - Comecei a discutir com alguns de nossos colegas que foram
candidatos e já conversei por duas vezes com a ex-candidata a presidente, Maria
do Rosário, e com outros companheiros. Estamos buscando, além das alternativas
e da busca de apoio dos ex-candidatos a presidente, estabelecer canais de
diálogo entre os diversos filiados – ressaltou Nepomuceno. Deixando
transparecer que faz parte de uma corrente que defende distância do Palácio da
Redenção e do ninho tucano, a exemplo do ex-presidente Rodrigo Soares, Hermano
Nepomuceno, defende que os petistas entreguem cargos no governo do PSDB em
Campina. Para Hermano é incompatível que petistas que no ano que vem irão disputar
contra os tucanos permanecerem num governo do PSDB. “Fica complicado ter
membros do PT participando do governo do PSDB, em um quadro que aponta uma
polarização no próximo ano”, afirmou. Hermano defende o discurso da unidade
partidária: “Queremos ter uma direção que possa unificar o partido em cima da
ação e recuperar a garra da militância. Meu desejo é contribuir com o debate,
fortalecer a democracia interna, colocar o PT de volta nos movimentos
sindicais, esse é meu discurso, isso e o que proponho, lógico que nossa carta
programa traz muitos mais detalhes sobre nossa postulação", disse Hermano.
Em relação a 2014, Hermano acredita que o PT terá condições de disputar o
governo do Estado lançando candidatura própria, mas disse que essa decisão
deverá seguir a orientação nacional da sigla. Sobre a política de alianças para
2014, ele revelou que o partido precisará avaliar a conjuntura do blocão. – No
passado, em situações mais adversas, o partido apresentou candidatura. O PT tem
condições de apresentar candidato, porém o mais importante que a candidatura é
discutir um programa de desenvolvimento – destacou Hermano. Ele também destacou
que o partido poderá se coligar com o PMDB para a disputa. (PBAgora)
Fonte: http://www.pbagora.com.br
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