Ao levar a julgamento o mensalão
mineiro em 2014, colunista diz que ministro Luís Roberto Barroso pode elucidar
o que aconteceu realmente com o uso de dinheiro público para a compra de apoio
político na eleição para governador de Eduardo Azeredo, quando Fernando
Henrique Cardoso era candidato à reeleição em 1998. 20 DE NOVEMBRO DE 2013 ÀS 08:03. Em seu blog, Ricardo Kotscho fala da expectativa de
que o mensalão tucano seja levado ao plenário do STF em 2014 pelo ministro
novato Luís Roberto Barroso, um caso que se arrasta há 15 anos. Em post na
segunda-feira, ele fez um texto irônico sobre o diferente tratamento dado pela
grande mídia nacional ao PT e ao PSDB Leia: Até
que enfim: em 2014, STF verá mensalão tucano. Título do Balaio de segunda-feira,
18/11/2013: "Imprensa vai fazer força-tarefa para investigar
tucanos". Título da Folha (página A10) desta terça-feira, 19/11/2013: "Mensalão
tucano fica para início de 2014". Para quem já tinha perdido as esperanças
de que um dia este caso chegasse ao plenário do STF, trata-se de uma boa
notícia, mas não tem nada a ver com o que escrevi na segunda-feira, um texto
irônico sobre o diferente tratamento dado pela grande mídia nacional ao PT e ao
PSDB. Tive mais sorte que o Antônio Prata: ninguém levou meu artigo a sério. Nem
teria dado tempo para a imprensa mobilizar seus esquadrões investigativos para
desenterrar os processos que envolvem tucanos. Segundo o jornal, julgar o
mensalão tucano ainda no primeiro semestre de 2014 "é a expectativa no
gabinete do ministro Luís Roberto Barroso, atual relator do processo no
STF". Barroso, o ministro mais novo do tribunal, herdou o processo que
estava com Joaquim Barbosa, hoje presidente do STF, e que nunca deu maior
importância ao assunto, embora o mensalão tucano, chamado na imprensa de
"mensalão mineiro" ou de "valerioduto", fosse sete anos
mais velhos do que o petista. Pode ser que agora o país fique sabendo o que
aconteceu realmente com o uso de dinheiro público para a compra de apoio
político na eleição para governador de Eduardo Azeredo, quando Fernando
Henrique Cardoso era candidato à reeleição em 1998 _ ou seja, o caso já se
arrasta há 15 anos. Azeredo perdeu a eleição, hoje é deputado federal pelo PSDB
de Minas e tem prazo até o próximo dia 22 para pedir providências do relator. O
revisor é o ministro Celso de Mello. Ao final da tramitação, o revisor
encaminha o processo ao presidente do STF, que definirá a data para levá-lo ao
plenário.
Fonte: http://www.brasil247.com/
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